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Atenção: este é um website pessoal e não oficial de testemunho e portanto todos os comentários e reflexões que não forem atribuídos a outras fontes, são somente opiniões pessoais e não podem traduzir a postura da pessoa, grupo, instituição, etc, aqui mencionados e promovidos. Com Imprimatur e Nihil Obstat dedes 2005, a obra mística divina “A Verdadeira Vida em Deus”tem todas as mensagens, livros, documentos, testemunhos, orações, palestras, peregrinações, retiros, casas de caridade e toda informação idônea e completa no

 

Site Oficial geral em inglês da obra mística divina evangelizadora "A Verdadeira Vida em Deus" em 26 idiomas  www.tlig.org 

 

 

em idioma português o Site Oficial é www.tlig.org/pg/

“A verdade, ao deixar os homens fora das opiniões e sensações subjetivas, permite-lhes ir além das determinações históricas e culturais e se encontrar na avaliação do valor e da substância das coisas.”

Joseph Ratzinger

https://benedettoxviblog.wordpress.com/home/

 

 

Dissonância cognitiva

http://sofos.wikidot.com/dissonancia-cognitiva

 

"Dissonância cognitiva" é um termo cunhado pelo psicólogo americano Leon Festinger em 1956 no seu livro “When Prophecy Fails”.

 

A teoria da dissonância cognitiva defende a ideia segundo a qual 1) as pessoas são geralmente auto-motivadas no sentido de reduzir a dissonância ideológica (incoerência de ideias) mediante a alteração das suas percepções e cognições, ao mesmo tempo que criam outras cognições para cimentar o seu sistema de crenças– ou, 2) em alternativa, reduzindo a importância que se dá aos elementos ideológicos dissonantes e incoerentes que podem perturbar o seu sistema de crenças.

Quando as pessoas pretendem que as suas expectativas se tornem reais, exigem que a realidade se adeqúe àquilo que elas pensam que deveria ser, no sentido de encontrarem um senso de equilíbrio. Mas quando a realidade não se adequa àquilo que essas pessoas pensam que deveria ser, então elas entram em dissonância cognitiva e numa sensação de desconforto e de mal-estar. Para obviar a esta situação, essas pessoas tentarão sempre evitar situações ou fontes de informação que dêem azo a sentimentos de desconforto e, por isso, de dissonância cognitiva.

Por exemplo, é possível que alguém que é contra as touradas não passe sem comer carne de bovino. Para "remendar" essa incoerência (dissonância cognitiva) que a incomoda, essa pessoa pura e simplesmente desvaloriza a morte dos animais nos matadouros, dizendo por exemplo que “é uma morte rápida”. Por outro lado, possivelmente essa pessoa poderá ser contra as touradas e a favor do aborto livre: e para remendar a contradição (dissonância cognitiva) que consiste em defender a vida de um animal e não assumir a mesma posição em relação à vida humana, essa pessoa dirá que “a vida humana só começa a partir de um determinado tempo – por exemplo, 12 semanas – de gestação intra-uterina”. Tentando desvalorizar os dados provenientes da realidade, essa pessoa transforma a realidade em si mesma naquilo que ela quer que esta seja.

dissonância cognitiva funciona segundo o processo de “redução da dissonância”, por três vias: a primeira, consiste em reduzir a importância dos factos que contradizem as suas expectativas acerca da realidade; a segunda consiste em adicionar elementos de consonância (por exemplo, dizendo que “a vida humana só começa às 12 semanas”: trata-se aqui de um elemento de consonância ou de adequação da realidade com a crença da pessoa); a terceira consiste em mudar a substância dos factores de dissonância (por exemplo, separando os factos da morte do touro na arena, por um lado, da morte do animal no matadouro, por outro lado).


Em política, a dissonância cognitiva manifesta-se quando uma determinada autoridade de direito, reconhecida como tal pelo povo, se comporta de forma irracional, fazendo com que o cidadão tente conciliar mentalmente essa autoridade de direito, por um lado, com a irracionalidade que se lhe reconhece no seu comportamento, por outro lado.1

Face à contradição da autoridade de direito, o cidadão tem dois caminhos: ou baixa os braços e desinteressa-se da política, aceitando toda a prepotência do Poder da autoridade e sem protestar ("1984", George Orwell); ou constrói uma mundividência que tente conciliar o contraditório implícito na acção da autoridade mediante a obliteração da lógica e/ou através do branqueamento do discurso político, por forma a que a contradição da autoridade seja relegada para um plano invisível [ideologia e/ou o conceito de “pensamento duplo” de Orwell].


Notas

1. Ver Estimulação Contraditóriaprogresso da opinião pública

Editado por (OBraga)

Estimulação Contraditória

O psicólogo russo Ivan Pavlov ( 1849 - 1936 ) demonstrou que a estimulação contraditória é a maneira mais rápida e eficiente de quebrar as defesas psicológicas de um indivíduo (ou de um punhado deles), reduzindo-o a um estado de credulidade devota no qual ele aceitará como naturais e certos os comandos mais absurdos, as opiniões mais incongruentes.

Isso funciona de maneira quase infalível, mesmo que os estímulos sejam de ordem puramente cognitiva e sem grande alarde emocional (frases contraditórias ditas numa sequência camuflada, de modo a criar uma confusão subconsciente). Mas é claro que funciona muito mais se o sujeito for submetido ao impacto de emoções contraditórias fortes o bastante para criar rapidamente um estado de desconforto psicológico intolerável. Esse mesmo desconforto serve de camuflagem, pois a vítima não tem tempo de averiguar que a contradição vem da fonte, e não do seu próprio interior, de modo que ao estado de aflição vêm somar-se a culpa e a vergonha. A reacção automática que se segue é a busca desesperada de um novo padrão de equilíbrio, isto é, de um sentimento mais abrangente que pareça comportar em si, numa síntese dialéctica, as duas emoções inicialmente vivenciadas como contraditórias, e que ao mesmo tempo possa aliviar o sentimento de vergonha que o indivíduo sente perante a fonte estimuladora, que a esta altura ele toma como seu observador crítico e seu juiz.

Se o leitor examinar com certa atenção o discurso esquerdista, verá que ele procura inspirar no público, ao mesmo tempo, o medo e a compaixão. Esta dupla de sentimentos não é contraditória em si, quando cada um deles se coloca num plano distinto, como acontece na tragédia grega, onde os espectadores sentem compaixão pelo herói e medo da engrenagem cósmica que o oprime. Mas, se o objecto de temor e de compaixão é o mesmo, você simplesmente não sabe como reagir e entra num estado de “dissonância cognitiva” (termo do psicólogo Leon Festinger), a um passo da atonia mental que predispõe à subserviência passiva.

Digo medo e compaixão, mas nunca se trata de emoções simples e unívocas, e sim de duas tramas emocionais complexas que prendem a vítima ao mesmo tempo, tornando-a incapaz de expressar verbalmente a situação e sufocando-a numa atmosfera turva de confusão e impotência.

Na política revolucionária, a estimulação contraditória toma a forma de ataques terroristas destinados a intimidar a população, acompanhados, simultaneamente, de intensas campanhas de sensibilização que mostram os sofrimentos dos revolucionários e da população pobre que eles nominalmente representam. As destruições de fazendas pelo MST são um exemplo nítido: a classe atacada fica paralisada entre dois blocos de sentimentos contraditórios – de um lado, o medo, a raiva, o impulso de reagir, de fugir ou de buscar protecção; de outro, a compaixão extorquida, a culpa, o impulso de pedir perdão ao agressor.

Olavo de Carvalho, in Engenharia da confusão

Ver também: dissonância cognitivapensamento duplo.

http://sofos.wikidot.com/estimulacao-contraditoria

 

Pensamento duplo

Pensamento duplo

  • Termo1 cunhado por George Orwell no seu livro “1984” , que descreve o acto de se aceitar como correctas, simultaneamente duas crenças mutuamente contraditórias e exclusivas entre si, e muitas vezes em contextos sociais diferenciados.

Um exemplo de pensamento duplo é aceitar como correctas duas noções contraditórias — de alguns políticos — segundo as quais “Portugal será um grande país dentro de uma Europa federalista.

“A vida das pessoas não está melhor, mas o país está muito melhor” — Luís Montenegro, membro do Partido Social Democrata e da maçonaria

Nota

1. em inglês, Doublethink.

Editado por (OBraga)

 

 

 

 

 

NÃO DEIXE QUE UM PROFESSOR COMUNISTA ADOTE SEU FILHO

……Never argue with stupid people, they will drag you down to their level and then beat you with experience ……………. HOME PAGE – PÁGINA INICIAL – BRAZIL – BRÉSIL – PÁGINA INICIAL – HOME PAGE

Ciência prova que Esquerdismo é doença mental incurável – Sintomas para se identificar um comunista

http://lucianoayan.com/2013/02/26/o-psiquiatra-lyle-rossiter-nos-comprova-que-o-esquerdismo-e-uma-doenca-mental/

Ceticismo e dinâmica social na investigação da religião política

O psiquiatra Lyle Rossiter nos comprova que o esquerdismo é uma doença mental 

Geralmente vemos esquerdistas se referirem a quem é da direita como um “louco da direita”, e daí por diante. O problema é que a crença da direita é coerente até com o que a teoria da evolução tem a nos dizer. Enquanto isso, a crença esquerdista é baseada em quê? É isso que começamos a investigar de uma forma mais clínica a partir do livro The Liberal Mind: The Psychological Causes of Political Madness, de Lyle Rossiter, lançado em 2011.

Conforme a review da Amazon, já notamos a paulada que será dada nos esquerdistas:

Liberal Mind traz o primeiro exame profundo da loucura política mais relevante em nosso tempo: os esforços da esquerda radical para regular as pessoas desde o berço até o túmulo. Para salvar-nos de nossas vidas turbulentas, a agenda esquerdista recomenda a negação da responsabilidade pessoal, incentiva a auto-piedade e outro-comiseração, promove a dependência do governo, assim como a indulgência sexual, racionaliza a violência, pede desculpas pela obrigação financeira, justifica o roubo, ignora a grosseria, prescreve reclamação e imputação de culpa, denigre o matrimônio e a família, legaliza todos os abortos, desafia a tradição social e religiosa, declara a injustiça da desigualdade, e se rebela contra os deveres da cidadania. Através de direitos múltiplos para bens, serviços e status social não adquiridos, o político de esquerda promete garantir o bem-estar material de todos, fornecendo saúde para todos, protegendo a auto-estima de todos, corrigindo todas as desvantagens sociais e políticas, educando cada cidadão, assim como eliminando todas as distinções de classe. O esquerdismo radical, assim, ataca os fundamentos da liberdade civilizada. Dadas as suas metas irracionais, métodos coercitivos e fracassos históricos, juntamente aos seus efeitos perversos sobre o desenvolvimento do caráter, não pode haver dúvida da loucura contida na agenda radical. Só uma agenda irracional defenderia uma destruição sistemática dos fundamentos que garantem a liberdade organizada. Apenas um homem irracional iria desejar o Estado decidindo sua vida por ele, ao invés e criar condições de segurança para ele poder executar sua própria vida. Só uma agenda irracional tentaria deliberadamente prejudicar o crescimento do cidadão em direção à competência, através da adoção dele pelo Estado. Apenas o pensamento irracional trocaria a liberdade individual pela coerção do governo, sacrificando o orgulho da auto-suficiência para a dependência do bem-estar. Só um louco iria visualizar uma comunidade de pessoas livres cooperando e ver nela uma sociedade de vítimas exploradas pelos vilões.

O que temos aqui, na obra de Rossiter, é o tratamento do esquerdismo de forma clínica, por um psiquiatra forense. (Um pouco mais no site do autor do livro, e um pouco mais sobre sua prática profissional)

O modelo de mente esquerdista

O livro é bastante analítico, e, por vezes, até chato de se ler. Quem está acostumado a livros de fácil leitura de autores conservadores de direita, como Glenn Beck e Ann Coulter, pode até se incomodar. Outro livro que fala do mesmo tema é Liberalism Is a Mental Disorder: Savage Solution, de Michael Savage. Mas o livro de Savage é também uma leitura informal, embora séria. O livro de Rossiter é acadêmico, de leitura até difícil, sem muitas concessões comerciais, e de um rigor analítico simplesmente impressionante. Se não é sua leitura típica para curar insônia, ao menos o conteúdo poderoso compensa o tratamento seco e acadêmico dado ao tema.

Segundo Rossiter, a mente esquerdista tem um padrão, que se reflete tanto em um padrão comportamental, quanto um padrão de crenças e alegações. Portanto, é possível “modelar” a mente do esquerdista a partir de uma série de padrões. A partir daí, Rossiter investiga uma larga base de conhecimento de desordens de personalidade, e usa-as para modelar os padrões de comportamento dos esquerdistas. Segundo Rossiter, basta observar o comportamento de um esquerdista, mapear suas crenças e ações, e compará-los com os dados científicos a respeito de algumas patologias da mente. A mente esquerdista pode ser classificada como um distúrbio de personalidade por que as crenças e ações resultantes deste tipo de mentalidade se encaixam com exatidão no modelo psiquiátrico do distúrbio de personalidade. As análises de Rossiter são feitas tanto nos contextos individuais (a crença do cidadão esquerdista em relação ao mundo), como nos contextos corporativos (ação de grupo, endosso a políticos profissionais, etc.).

Rossiter nos lembra que a personalidade é socializada pelos pais e pela família, como uma parte do desenvolvimento infantil. Mesmo com a influência do ambiente escolar, são os pais que preparam a criança para o futuro. A partir disso, ele avalia o que é um desenvolvimento sadio, para desenvolver uma personalidade apta a viver em um mundo orientado a valorização da competência, dentro do qual essa personalidade deverá reagir. Uma personalidade sadia reagiria bem a esse mundo já sem a presença dos pais, enquanto uma personalidade com distúrbio não conseguiria o mesmo sucesso. Em cima disso, Rossiter avalia a personalidade desenvolvida com os itens da agenda esquerdista, demonstrando que muitos itens dessa agenda estão em oposição ao desenvolvimento sadio da personalidade.

Para o seu trabalho, Rossiter classifica os esquerdistas em dois tipos: benignos e radicais. Os radicais são aqueles cujas ações (agenda) causam dano a outros indivíduos. De qualquer forma, os esquerdistas benignos (seriam os moderados) dão sustentação aos esquerdistas radicais.

Rossiter define o homem como uma fonte autônoma de ação, ao mesmo tempo em que está envolvido em relações, como as econômicas, sociais e políticas. Isto é definido por Rossiter como a Natureza Bipolar do Homem, pois mesmo que ele seja capaz de ação independente, também é restrito pelo contexto social, na cooperação com os outros. A partir dessa constatação, tudo o mais flui. Para permitir que o homem seja capaz de operar com sucesso em seu ambiente natural, deve existir um desenvolvimento adequado da personalidade. Este desenvolvimento da personalidade surge a partir dos outros, idealmente a mãe e a família.

Outro ponto central: toda a análise de Rossiter é feita no contexto de uma sociedade livre, não de uma sociedade totalitária. Portanto, ele avalia o quão alguém é sadio em termos de personalidade para viver em uma sociedade democrática, e não em uma sociedade formalmente totalitária, como Coréia do Norte, Cuba ou China, por exemplo.

Competência em uma sociedade livre

Fica claro que não devemos esperar de Rossiter avaliação sobre um modelo de personalidade para toda e qualquer sociedade, pois ele é bem claro em seu intuito: desenvolver e estudar personalidades competentes para a vida em uma sociedade livre. A manutenção de tal sociedade requer regras para existir, que devem ser codificadas em leis, hipóteses, assim como regras do senso comum.

Nesse contexto, as habilidades a seguir são aquelas de um adulto competente em uma sociedade com liberdade organizada:

  • Iniciativa – Fazer as coisas acontecerem.
  • Atuação – Agir com propósito.
  • Autonomia – Agir independentemente.
  • Soberania-  Viver independentemente, através da tomada de decisão competente.

Rossiter define os direitos naturais do homem, para uma pessoa adulta vivendo em uma sociedade de liberdade organizada. Estes compreendem o exercício, conforme qualquer um escolher, das habilidades selecionadas acima, todas elas sujeitas às restrições necessárias para uma sociedade com paz e ordem. Assim, direitos naturais resultam da combinação de natureza humana e liberdade humana. Natureza humana significa viver como alguém quiser, sujeito as restrições necessárias para paz e ordem.

Considerando estes atributos humanos, Rossiter define como uma ordem social adequada, aquela que possui os seguintes aspectos:

1. Honra a soberania do indivíduo

2. Respeita a liberdade do indivíduo.

3. Respeita a posse de propriedade e integridade dos contratos.

4. Respeita o princípio da igualdade sob a lei.

5. Requer limites constitucionais, para evitar que o governo viole os direitos naturais.

Os aspectos acima são avaliados na perspectiva do indivíduo, não de grupos ou classes, em um processo relacionado à individuação, conceito originado em Jung. Neste processo, o ser humano evolui de um estado infantil de identificação para um estado de maior diferenciação, o que implicará necessariamente em uma ampliação da consciência. A partir daí, surge cada vez mais o conhecimento de si-mesmo, em detrimento das influências externas. Eventuais resistências à individuação são causas de sofrimento e distúrbios psiquícos.

Segundo Rossiter, o indivíduo adulto que passou adequadamente pelo processo de individuação assume de forma coerente seu direito a vida, liberdade e busca da felicidade. Mesmo assim, isso não significa que ele pode fazer o que quiser, pois deve respeitar o individualismo dos outros e interagir com eles através da cooperação voluntária. Assim, o individualismo deve ser associado com mutualidade, para o desenvolvimento de um adulto competente para viver em uma sociedade de liberdade organizada.

Rossiter estuda com afinco as características de desenvolvimento do invidíduo, de acordo com regras pelas quais ele pode viver em uma sociedade de liberdade organizada, e lista sete direitos individuais do cidadão comum, dentro dos quais ele pode exercitar sua autonomia, livre da interferência do governo:

1. Direito de auto-propriedade (autonomia)

2. Direito de primeira posse (para controlar propriedade que não tenha sido de posse de ninguém antes)

3. Direito de posse e troca (manter, trocar ou comercializar)

4. Direito de auto-defesa (proteção de si próprio e da proriedade)

5. Direito de compensação justa pela retirada (a partir do governo)

6. Direito a acesso limitado (a propriedade dos outros em emergências)

7. Direito a restituição (por danos a si próprio ou propriedade)

Estes são normalmente chamados de direitos naturais, direitos de liberdade ou direitos negativos. O governo deve ser estruturado para proteger estes direitos, e precisa ser estruturado de forma que não infrinja-os.  A obrigação do governo em uma sociedade de liberdade organizada envolve implementar e sustentar estas regras para proteger o cidadão de infrações cometidas tanto por outros como pelo próprio governo.

Eis que surge o problema da mente esquerdista, que quer atacar basicamente todos os pilares acima. Em cima disso, Rossiter levanta as crenças da mente esquerdista, que, juntas, dão um fundamento do modelo da mente deles:

1. Modelos sociais ideais tradicionais estão ultrapassados e não se aplicam mais.

2. A direção do governo é melhor do que ter os cidadãos tomando conta de si próprios.

3. A melhor fundação política de uma sociedade organizada ocorre através de um governo centralizado.

4. O objetivo principal da política é alcançar uma sociedade ideal na visão coletiva.

5. A significância política do invidíduo é medida a partir de sua adequação à coletividade.

6. Altruísmo é uma virtude do estado, embutida nos programas do estado.

7. A soberania dos indivíduos é diminuída em favor do estado.

8. Direitos a vida, liberdade e propriedade são submetidos aos direitos coletivos determinados pelo estado.

9. Cidadãos são como crianças de um governo parental.

  1. A relação do indivíduo em relação ao governo deve lembrar aquela que a criança possui com os pais.
  2. As instituições sociais tradicionais de matrimônio e família não são muito importantes.
  3. O governo inchado é necessário para garantir justiça social.
  4. Conceitos tradicionais de justiça são inválidos.
  5. O conceito coletivista de justiça social requer distribuição de riqueza.
  6. Frutos de trabalho individual pertencem à população como um todo.
  7. O indivíduo deve ter direito a apenas uma parte do resultado de seu trabalho, e esta porção deve ser especificada pelo governo.
  8. O estado deve julgar quais grupos merecem benefícios a partir do governo.
  9. A atividade econômica deve ser cuidadosamente controlada pelo governo.
  10. As prescrições do governo surgem a partir de intelectuais da esquerda, não da história.
  11. Os elaboradores de políticas da esquerda são intelectualmente superiores aos conservadores.
  12. A boa vida é um direito dado pelo estado, independentemente do esforço do cidadão.
  13. Tradições estabelecidas de decência e cortesia são indevidamente restritivas.
  14. Códigos morais, éticos e legais tradicionais são construções políticas.
  15. Ações destrutivas do indivíduo são causadas por influências culturais negativas.
  16. O julgamento das ações não deve ser baseado em padrões éticos ou morais.
  17. O mesmo vale para julgar o que ocorre entre nações, grupos éticos e grupos religiosos.

Como tudo na vida, o aceite de crenças tem consequências. No caso do aceite das crenças esquerdistas, consequências incluem:

1. Dependência do governo, ao invés de auto-confiança.

2. Direção a partir do governo, ao invés da auto-determinação.

3. Indulgência e relativismo moral, ao invés de retidão moral.

4. Coletivismo contra o individualismo cooperativo.

5. Trabalho escravo contra o altruísmo genuíno.

6. Deslocamento do indivíduo como a principal unidade social econômica, social e política.

7. A santidade do casamento e coesão da família prejudicada.

8. A harmonia entre a família e a comunidade prejudicada.

9. Obrigações de promessas, contratos e direitos de propriedade enfraquecidos.

  1. Falta de conexão entre premiações por mérito e justificativa para estas premiações.
  2. Corrupção da base moral e ética para a vida civilizada.
  3. População polarizada em guerras de classes através de falsas alegações de vitimização e demandas artificiais de resgate político.
  4. A criação de um estado parental e administrativo idealizado, dotado de vastos poderes regulatórios.
  5. Liberdade invididual e coordenação pacífica da ação humana severamente comprometida.

Aliás, eu acho que Rossiter esqueceu de consequências adicionais como: (15) Aumento do crime, devido a tolerância ao crime, e (16) Incapacidade de uma base lógica para que a sociedade sequer tenha condição de julgar o status em que se encontra.

Por que a mente esquerdista é uma patologia?

Para Rossiter, a melhor forma de avaliar a mente do esquerdista é a através dos valores que ele tem, e os que ele rejeita. Mais:

Como todos os outros seres humanos, o esquerdista moderno revela seu verdadeiro caráter, incluindo sua loucura, nos valores que possui e que descarta. De especial interesse, no entanto, são os muitos valores sobre os quais a mente esquerdista não é apaixonada: sua agenda não insiste em que o invidívuo é a principal unidade econômica, social e política, ele não idealiza a liberdade individual em uma estrutura de lei e ordem, não defende os direitos básicos de propriedade e contrato, não aspira a ideais de autonomia e reciprocidade autênticas. Ele não defende a retidão moral ou sequer compreende o papel crítico da moralidade no relacionamento humano. A agenda esquerdista não compreende uma identidade de competência, nem aprecia sua importância, e muito menos avalia as condições e instituições sociais que permitam seu desenvolvimento ou que promovam sua realização. A agenda esquerdista não compreende nem reconhece a soberania, portanto não se importa em impor limites estritos de coerção pelo estado. Ele não celebra o altruísmo genuíno da caridade privada. Ele não aprende as lições da história sobre os males do coletivismo.

Rossiter diz que as crianças não nascem com este “programa”, que é adquirido especialmente durante o aprendizado escolar. Em resumo: um adulto, competente para operar em uma sociedade de liberdade organizada, na maior parte das vezes adquire estes valores dos pais e da família, mas um esquerdista radical não.

Basicamente, o esquerdismo pode ser caracterizado como uma neurose, baseada nos traumas do relacionamento com a família durante o desenvolvimento da personalidade. Sendo uma neurose de transferência, ela compreende as projeções inconscientes das psicodinâmicas da infância nas arenas políticas da vida adulta. É o resultado de uma falha no treino da criança nos elementos psicodinâmicos básicos de um adulto, competente para viver em uma sociedade de liberdade organizada. (Obviamente, um esquerdista jamais irá reconhecer as “fendas” em seu desenvolvimento de criança até um adulto)

Rossiter nos diz mais:

Sua neurose é evidente em seus ideais e fantasias, em sua auto-justiça, arrogância e grandiosidade, na sua auto-piedade, em suas exigências de indulgência e isenção de prestação de contas, em suas reivindicações de direitos, em que ele dá e retém, e em seus protestos de que nada feito voluntariamente é suficiente para satisfazê-lo. Mais notadamente, nas demandas do esquerdista radical, em seus protestos furiosos contra a liberdade econômica, em seu arrogante desprezo pela moralidade, em seu desafio repleto de ódio contra a civilidade, em seus ataques amargos à liberdade de associação, em seu ataque agressivo à liberdade individual. E, em última análise, a irracionalidade do esquerdista radical é mais aparente na defesa do uso cruel da força para controlar a vida dos outros.

Agora fica mais fácil entender por que os esquerdistas são tão frustrados e raivosinhos em suas interações, não?

 

 

Os cinco déficits principais do esquerdista

Um esquerdista apresenta, segundo Rossiter, cinco principais déficits, cada um mais evidente nas diversas fases do desenvolvimento, desde os primeiros meses após o nascimento, até a entrada da fase adulta.

 

1-Confiança básica: O primeiro déficit relaciona-se a confiança básica. Isto é, a falta de confiança nos relacionamentos entre pessoas por consentimento mútuo. Por isso, o esquerdista age como se as pessoas não conseguissem criar boas vidas por si próprios através da cooperação voluntária e iniciativa individual. Por isso, colocam toda essa coordenação nas mãos do estado, que funciona como um substituto para os pais. Se a criança não consegue conviver com os irmãos, precisa de pais como árbitros. Este déficit inicia-se no primeiro ano de vida. As interações positivas de uma criança com a mãe o introduzem a um mundo de relacionamento seguro, agradável, mutuamente satisfatório e a partir do “consentimento” entre ambas as partes. Mas caso exista um relacionamento anormal e abusivo na infância, algo de errado ocorre, e essa aquisição de confiança básica é profundamente comprometida. Lembremos que a ingenuidade é problemática, mas o esquerdista é ingênuo perante o governo, que tem mais poder de coerção, enquanto suspeita dos relacionamentos humanos não abitrados pelo governo.

 

2-Autonomia: Após os primeiros 15 meses, uma criança começa a incorporar os fundamentos de autonomia, auto-realização, assim como fundamentos de mutualidade, ou auto-realização (assim como realização dos outros). A partir dessa fase, a criança começa a agir por si própria para ter suas necessidades satisfeitas, de acordo com aqueles que cuidam dela. Junto com a ideia de autonomia, surgem ideias como auto-confiança, auto-direção e auto-regulação. A criança “mimada”, que cresce dependente do excesso de indulgência dos pais é privada das virtudes de auto-confiança e auto-controle e de atitudes necessárias para cooperação com os outros.

 

3-Iniciativa: No desenvolvimento normal, esta é a capacidade de se iniciar bons trabalhos para bons propósitos, sendo desenvolvida nos primeiros quatro ou cinco anos da vida de uma criança. No caso da falta de iniciativa, há falta de auto-direção, vontade e propósito, geralmente buscando relacionamentos com os outros de forma infantil, sempre pedindo por condescendência, ao invés de lutar para ser respeitado. Pessoas como esta personalidade normalmente assumem um papel infantil em relação ao governo, votando para aqueles que prometem segurança material através da obrigação coletiva, ao invés de votar naqueles comprometidos com a proteção da liberdade individual. A inibição da iniciativa pode ocorrer por culpa excessiva adquirida na infância, surgindo, por instância, do completo de Édipo.

 

4-Diligência: Assim como a iniciativa é a habilidade de iniciar atos com boas metas, diligência é a habilidade para completá-los. A criança, no seu desenvolvimento escolar, se torna apta a completar suas ações de forma cada vez mais competente. Na fase da diligência, a criança aprende a fazer e realizar coisas e se relacionar de formas mais complexas com pessoas fora de seu núcleo familiar. A meta desta fase é o desenvolvimento da competência adulta. É a era da aquisição da competência econômica e da socialização. Nessa fase, se aprende a convivência de acordo com códigos aceitos de conduta, de acordo com as possibilidades culturais de seu tempo, de forma a canalizar seus interesses na direção da cooperação mútua. Quando as coisas não vão muito bem, surgem desordens comportamentais, uso de drogas, ou delinquência, assim como o surgimento de ações que sabotam a cooperação. A tendência é a geração de um senso de inferioridade, assim como déficits nas habilidades sociais, de aprendizado e identificações construtivas, que deveriam ser a porta de entrada para a aquisição da competência adulta. Atitudes que surgem destas emoções patológicas podem promover uma dependência passiva comportamental como uma defesa contra o medo diante das relações humanas, vergonha, ou ódio.

 

5-Identidade: O senso de identidade do adolescente é alterado assim que ele explora várias personas, múltiplas e as vezes contraditórias, na construção de seu self. Ele deve se confrontar com novos desafios em relação ao balanço já estabelecido entre confiança e desconfiança, autonomia e vergonha, iniciativa e culpa, diligência e inferioridade. Esta fase testa a estabilidade emocional que foi desenvolvida pela criança, assim como sua racionalidade, sendo de adequação e aceitabilidade, superação de obstáculos, e o aprofundamento das habilidades relacionais. O desenvolvimento desta identidade adulta envolve o risco percebido de acreditar nas instituições sociais. O adulto quer uma visão do mundo na qual possa acreditar. Isto é especialmente importante se ele sofreu formas de abuso anteriormente. Sua consciência ampliada de quem ele é facilita uma integração entre suas identidades do passado e do presente com sua identidade do futuro. Nesta fase do desenvolvimento o jovem pode ser vítima das ofertas ilusórias do esquerdismo. É a fase “final” da escolha.

=

 

 

13 Respostas to “Ciência prova que Esquerdismo é doença mental incurável – Sintomas para se identificar um comunista”

  1. 1.  hideraldo Says: 
    03/10/2016 às 22:52

Só defende comunismo quem não o sentiu na pele ou então espera receber alguma benesse do estado através da implantação deste regime…em alguns países da Europa que sofreram os mais atrozes tormentos comunistas essa palavra é inteligentemente CRIMINALIZADA, e quem se declarar comunista, responde perante a justiça por isso, podendo ser até preso. A Polônia e Hungria são exemplos.

  1. 2.  Francisco Says: 
    18/12/2015 às 20:51

As pessoas que vivem sob um regime comunista, são reduzidas a rebanhos, tal qual gado ou ovelhas num pasto. Lamentável! Socialismo, terreno fértil para a ascensão de um tirano comunista. A história está aí para quem quiser ver. Agora, se o indivíduo gosta de pastar, fazer o que? Aí com certeza, precisa de um bom psiquiatra.

  1. 3.  Homem de Bem Says: 
    17/09/2015 às 19:28

É excelente saber que ainda existem pessoas cultas e de boa índole nesse martírio marxista que é a sociedade brasileira atualmente.

  1. 4.  Alan Preste de Mello Says: 
    23/06/2015 às 1:10

excelente falou tudo e mais um pouco sobre a manipulação comunista!!!

  1. 5.  Fernando G. Bernardo Says: 
    10/05/2015 às 13:06

CHEGUEI A MESMA CONCLUSÃO BEM ANTES DE LER ESTE ARTIGO

  1. 6.  Jorge Saboya Says: 
    06/04/2015 às 18:06

Uma prova irrefutável desta doença mental do mundo moderno decorrente do fim das relações familiares e da adoção de um membro da família por um professor esquerdista e sua maquiavélica e engenhosa pedagogia de alienação cujas sequelas são as mais nefastas possíveis para os leigos incautos e desavisados .

  1. 7.  FRANCISCO NETO Says: 
    25/03/2015 às 10:32

SENSACIONAL MATÉRIA. JÁ ESTÁ DEVIDAMENTE COMPARTILHADA NO MEU FACEBOOK E EU A ADOTAREI COMO LIVRO DE ANÁLISE AO ME CONFRONTAR COM ESQUERDISTAS PSICOPATAS. MUITO OBRIGADO PELA MATÉRIA. É DISSO QUE EU ESTAVA PRECISANDO.

  1. 8.  Gervasio Says: 
    21/02/2015 às 23:27

O livro citado – POLITICAL PONEROLOGY – em portugues recebeu o titulo PONEROLOGIA – PSICOPATAS NO PODER. Sua sinopse, disponível no site da livraria cultura, me surpreendeu, me chocou, pois colocou em palavras exatamente o que eu sentia ou percebia a respeito da esquerda brasileira.

  1. 9.  glauco Says: 
    02/12/2014 às 21:55

A inveja move o esquerdismo; há uma falsa impressão de solidariedade e generosidade para com os pobres, no entanto é manobra de massa; aos esquerdistas interessa que os pobres permaneçam pobres pois ficam dependentes do estado e eles, os esquerdistas comunistas se perpetuam no poder ; daí a razão de distribuição em massa de bolsas como forma de compra de votos indireta;nenhum pais digno se orgulha de dar esmola ao seu povo e sim educação até o ensino superior,saude até o fim da vida, segurança e liberdade, como por exemplo, Dinamarca.
Mas o esquerdista, doente, mira-se nos doentes castros, chaves
( “chaves não morreu”), maduros,evos e cia.

  1. 10.            alexmanguetown Says: 
    25/11/2014 às 13:30

Melhor estudo com as características dos esquerdistas

  1. 11.            Joao Paulo Borsari Says: 
    22/09/2014 às 19:02

Nao Tenho Duvida

  1. 12.            adrianoreisbarroso25 Says: 
    03/05/2014 às 12:55

Esquerdismo é uma merda mesmo

  1. 13.            xandones Says: 
    17/02/2014 às 11:01

Um outro livro muito importante para complementar essa análise é: POLITICAL PONEROLOGY – Andrew M. Lobaczewski, infelizmente ainda sem tradução para o português.