Aparições de 7/9/2011

Era uma quarta-feira dia 7 de setembro de 2011, Praça de São Pedro catequese sobre o Salmo 3, apareceu a Virgem de Lourdes junto ao Papa Bento XVI

 

 

São Miguel Arcanjo defendei-nos no combate, sede nosso escudo contra as maldades e ciladas do demônio. Instante e humildemente pedimos a Deus que sobre ele impere e vós Príncipe da Milicia Celeste, pelo Divino poder precipitai no Inferno a Satanás e a todos os espíritos malignos que vagueiam pelo mundo para a perdição das almas.Amém.

Atenção: este é um web site pessoal e não oficial de testemunho e portanto todos os comentários e reflexões que não forem atribuídos a outras fontes, são somente opiniões pessoais e não podem traduzir a postura da pessoa, grupo, instituição, etc, aqui mencionados e promovidos. Com Imprimatur e Nihil Obstat dedes 2005, a obra mística divina “A Verdadeira Vida em Deus”tem todas as mensagens, livros, documentos, testemunhos, orações, palestras, peregrinações, retiros, casas de caridade e toda informação idônea e completa no

 

Site Oficial geral em inglês da obra mística divina evangelizadora "A Verdadeira Vida em Deus" em 26 idiomas  www.tlig.org 

 

 

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Ó Maria concebida sem pecado rogai por nós que recorremos a Vós!

Papa Bento XVI e Nossa Senhora de Lourdes

 

Joseph Alouisio Ratzinger, SS.Papa Bento XVI, Sumo Pontífice da Igreja Católica Apostóloca Romana, nasceu no dia 16 de Abril de 1927, o mesmo dia em que também se comemora o dia de santa Bernadete, vidente de Lourdes - França, cujas aparições aconteceram em 1858.

O Papa Bento XVI é muito devoto de Nossa Senhora de Lourdes, por isso creio que foi como Nossa Senhora de Lourdes que apareceu nas fotografias em 2011. 

Estamos em 2019, e agora podemos pensar que Nossa Senhora estava dando aviso para ficarmos firmes com Bento XVI, preparando-nos para o que veio a acontecer, o desastre que estamos vendo na Igreja...agora entendo bem...

 

Em 2011 na Praça de São Pedro no Vaticano fiz muitas fotos e explico agora num vídeo  sobre as fotos em que aparece Nossa Senhora e um Anjo [ou será a santa Bernadete?] junto ao pilar da esquerda de quem olha, junto ao Papa Bento XVI 

 

Vídeo que fiz para mostrar que minhas fotos são fotos autênticas de uma original aparição de Nossa Senhora e um Anjo (ou um santo) junto ao Papa Bento XVI, na Praça São Pedro, Vaticano, durante sua Catequese que assisti pessoalmente, sobre o Salmo 3, em 7 de Setembro de 2011.

OBS: Para ver o vídeo é preciso copiar o link e acessar pelo Google porque não conecta direto desta página, obrigada.

 

https://www.youtube.com/watch?v=q6wCocN59zU

 

A seguir todas as fotos que fiz dia 07 de setembro de 2011 no Vaticano e em Roma. Posso provar tudo isso, tenho guardado o chip de memória da minha câmera Canon de todas fotos que fiz nessa peregrinação. Só estou divulgando para Nossa Senhora e pelo Papa Bento XVI e Igreja de Cristo. sinto-me responsábel por não ter feito isso antes e melhor. Se alguém de fé me ajudasse eu exporia tudo e as fotos num arquivo em que cada um pudesse amplia-las como eu eu e ver por si mesmo. Quando é para fazer as cisas de Deus não se acha alguém, acho que são todos esquerdistas quase e por isso quando digo qual é o trabalho não me retornam!!

Perdão ser tão torpe e não saber informar direito e mais prontamente.

Meu e-mail para contato  maria@tecnosulrs.com.br

OBS: eu só descobri a aparição nas fotos em 2012 quando resolvi ampliar algumas fotos para ver qual o poder de captação de imagem à distância pela minha câmera digital Canon [que até hoje ainda não sei usar direito]. Eu consegui fazer esse web site porque a esturutura vem pronta e a gente vai só colocando conteúdos e aprendendo a fazê-lo pois é bem fácil. Não nenhuma expert em coisas computacionais e tecnologias, sei o feijão com arroz. Editar um vídeo foi um milagre pois não lembro bem como fiz e já esqueci como é. Quem puder me ajudar a editar as fotos de modo a divulgar caso seja útil, podemos conversar. Agradeço.  

 

Foto em tamanho normal e abaixo com ampliação se ve a imagem branca à direita e um Anjo de mãos postas perto do pilar à esquerda

Ampliação sobre o baldaquino onde está o Papa de branco sentado, a seu lado um Padre e à direita uma imagem branca que é aparição; não é imagem posta ali, tenho outras fotos onde essa imagem não aparece e ademais não colocariam uma imgem de N.Sra. desse modo direto no solo...Junto ao pilar da esquerda se vê um Anjo ou quem sabe a própria santa Bernadete?

Papa Bento XVI no papamóvel chegando ao baldaquino (tenda) onde irá ficar e a ele já espera a aparição alva da Virgem Santíssima de Lourdes (como afinal conclui...)e um Anjo se esquivando dos fotógrafos, incrível essa foto

Ampliação da imagem que aparece na foto anterior, bem atrás dos fotógrafos dentro do baldaquino onde está chegando o Papa de papamóvel

Anjo se esquivando dos fotógrafos junto ao pilar à esquerda sob o baldaquino, olhando de frente , incrível essa foto, mostra fatos que eu mesma não sei entender para explicar, mas a foto em si diz muito

Aqui um pouco mais ampliada se vê a imagem branca junto à faixa TRUE LIFE IN GOD devido a sobreposição na fotografiamais à direita; observemos que na hora em que a faixa foi erguida, cardeais correram a ficar na frente do Papa Bento XVI para que ele não visse a faixa e soubesse de nossa peregrinação presente lá; estive investigando as fotos e filme do dia no site do Vaticano e lá não aparecem imagens daquele dia aparentemente, colocaram outras fotos...

 

 OBS:

Hoje, 15 de setembro de 2018, quero ainda relatar que examinei novamente as fotos que fiz em 2011 e descobri que em total Nossa Senhora aparece em 14 fotos e há uma foto do painel televisivo na Praça de São Pedro na qual se pode ver que é o Papa Bento XVI mesmo se ainda houvesse dúvida da parte de alguém.

Há uns 2 meses paguei uma jovem estudante de Computação para que me ajudasse a fazer um bom vídeo mostrando todas as fotos e explicando tudo. A jovem começou o trabalho mas não fez todo e não consegui mais falar com ela não atende o telefone que está sempre na caixa postal; ela antes já havia me atendido e  era recomendada.

Eu não consigo quem me ajude. E me sinto responsável de informar porque como adverte o Senhor nas mensagens de AVVD, esconder a Voz de Deus é um pecado mortal !!!

Estou agora mesmo achando que essas fotos avisam para permanecer fiel ao Papa BentoXVI nesse contesto de toda essa horrenda tribulação na Igreja Católica.A última foto em que Nossa Senhora aparece é uma foto em que Ela em tamanho humano normal se posicionou dentro da tenda do Papa Bento XVI rodeado de pessoas, e aparece como uma estátua de mãos postas e eu entendo como se Ela quisesse dizer que permanecêssemos fixos em Bento XVI.Hoje é a minha conclusão pessoal depois de todos esses anos estudando e acompanhando os fatos; fiz ate 2 anos de Teologia para buscar entender mais e mais a Igreja e Deus como é e como age.

Mas é sempre assim, todas as pessoas que Deus usa para dar um recado à Igreja são desprezadas e os recados de Deus ignorados. Dizem que a Igreja não é obrigada a considerar "revelações privadas". Redondo engano como demonstrou e provou o teólogo dinamarquês PhD no assunto Niels Christian Hvidt apoiado por nada menos que Joseph Ratizinger quando Prefeito da Congregação para Doutrina da Fé.

Eu não sou nenhuma vidente nem nada, sou bem indigna e Deus me juntou da tumba do mundo através de AVVD e me deu a entender algumas tarefas, que procuro realizar apesar da minha torpeza. Quantos erros e tropeços cometidos no desejo de ser filha da Igreja e servir. Nós seres humanos somos muito torpes e soberbos mesmo. quantas barbaridades e decepções.

Peço perdão a Deus Três Vezes Santo, a Nossa Senhora nossa Mãe tão maternal e dedicadíssima, e ao meus próximos por ser tão incompetente e limitada. Eu devia ter me esforçado mais. Agora não sei se essa página ajuda em algo...

Estou tão cansada de nadar contra a correnteza, feito um salmão, velha e cansada...Agradeço a nosso Amado Deus e a Santíssima Sempre Virgem Maria e a quem se sinta beneficiado por essas minhas tentativas de ser útil. Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tem misericórdia de mim, uma pecadora, de nós pecadores! Sagrado Coração de Jesus eu confio e espero em Vós. Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!

 

Vou colocar a foto com Nossa Senhora parecendo uma estátua branca dentro da tenda do Papa Bento XVI enquanto as pessoas o cumprimentam. Cada examine essa página e conclua por si mesmo. Interessante é notar o conteúdo da Catequese daquele dia, veio bem a propósito, parece que o Papa estava falando de si e sua situação de perigo e sofrimento, incrível coincidência...e ali estava Nossa Senhora de Lourdes para ajudá-lo e salvá-lo em nome de Deus: título da Catequese daquele 7 de setembro de 2011  "Levanta-te, Senhor, Salva-me!"

Confira logo abaixo que retirei cópia do site do Vaticano.

 

https://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/audiences/2011/documents/hf_ben-xvi_aud_20110907.html

 

PAPA BENTO XVI

AUDIÊNCIA GERAL

Praça de São Pedro
Quarta-feira, 7 de Setembro de 2011

[Vídeo]

 

"Levanta-te, Senhor, Salva-me!"

Estimados irmãos e irmãs

Retomemos hoje as audiências na praça de São Pedro e, na «escola da oração» que vivemos juntos nestas Catequeses de quarta-feira, gostaria de começar a meditar sobre alguns Salmos que, como eu dizia no passado mês de Junho, constituem o «livro de oração» por excelência. O primeiro Salmo sobre o qual medito é de lamentação e de súplica, imbuído de profunda confiança, no qual a certeza da presença de Deus funda a prece que brota de uma condição de extrema dificuldade em que se encontra o orante. Trata-se do Salmo 3, referido pela tradição judaica a David no momento em que foge do filho Absalão (cf. v. 1): é um dos episódios mais dramáticos e duros na vida do rei, quando o seu filho usurpa o seu trono régio e o obriga a deixar Jerusalém para salvar a própria vida (cf. 2 Sm 15 ss.). Portanto, a situação de perigo e de angústia experimentada por David serve de base para esta prece e ajuda a compreendê-la, apresentando-se como a situação típica em que tal Salmo pode ser recitado. No brado do Salmista, cada homem pode reconhecer os sentimentos de dor, de amargura e também de confiança em Deus que, segundo a narração bíblica, tinham acompanhado a fuga de David da sua cidade.

O Salmo começa com uma invocação ao Senhor:

«Senhor, quão numerosos são os meus adversários,
quão numerosos os que se levantam contra mim!
Muitos dizem a meu respeito: 
“Não há salvação para ele em Deus!”» (vv. 2-3).

Portanto, a descrição que o orante faz da sua situação é marcada por tons fortemente dramáticos. Repete-se três vezes a ideia de multidão — «numerosos», «muitos», «tantos» — que no texto original é dita com a mesma raiz hebraica, de modo a frisar ainda mais a enormidade do perigo, de forma repetitiva, quase martelante. Esta insistência sobre o número e a grandeza dos inimigos serve para expressar a percepção, da parte do Salmista, da desproporção absoluta existente entre ele e os seus perseguidores, uma desproporção que justifica e funda a urgência do seu pedido de ajuda: os opressores são muitos, prevalecem, enquanto o orante está sozinho e inerme, à mercê dos seus agressores. E no entanto, a primeira palavra que o Salmista pronuncia é «Senhor»; o seu grito começa com a invocação a Deus. Uma multidão incumbe e revolta-se contra ele, gerando um medo que amplia a ameaça, fazendo-a parecer ainda maior e mais terrificante; mas o orante não se deixa vencer por esta visão de morte, mantém firme a relação com o Deus da vida e antes de tudo dirige-se a Ele, em busca de ajuda. Mas os inimigos procuram também romper este vínculo com Deus e debilitar a fé da sua vítima. Eles insinuam que o Senhor não pode intervir, afirmam que nem sequer Deus pode salvá-lo. Portanto, a agressão não é só física, mas diz respeito à dimensão espiritual: «O Senhor não pode salvá-lo» — dizem — o fulcro central da alma do Salmista deve ser agredido. É a extrema tentação à qual o crente é submetido, é a tentação de perder a fé, a confiança na proximidade de Deus. O justo supera a última prova, permanece firme na fé e na certeza da verdade e na plena confiança em Deus, e precisamente assim encontra a vida e a verdade. Parece-me que o Salmo nos toca muito pessoalmente: em muitos problemas somos tentados a pensar que talvez nem Deus me salve, não me me conheça, talvez não seja capaz; a tentação contra a fé é a última agressão do inimigo, e a isto temos que resistir, pois só assim encontramos Deus e a vida.

Portanto, o orante do nosso Salmo é chamado a responder com a fé aos ataques dos ímpios: os inimigos — como eu disse — negam que Deus possa ajudá-lo, mas ele invoca-O, chama-O pelo nome, «Senhor», e depois dirige-se a Ele com um «tu» enfático, que exprime uma relação firme, sólida, e encerra em si a certeza da resposta divina:

«Mas Vós, Senhor, sois o meu escudo,
sois a minha glória! Sois Vós quem levantais o meu poder.
Com a minha voz invoco o Senhor
e Ele responde-me da sua montanha santa» (vv. 4-5).

Agora, a visão dos inimigos desaparece, eles não venceram porque quem crê em Deus está convicto de que Deus é o seu amigo: só permanece o «Tu» de Deus, aos «muitos» opõe-se agora um só, mas muito maior e mais poderoso que numerosos adversários. O Senhor é ajuda, defesa, salvação; como escudo protege quem se confia a Ele, e faz-lhe levantar a cabeça, no gesto de triunfo e de vitória. O homem deixou de estar só, os inimigos não são invencíveis como pareciam, porque o Senhor ouve o clamor do oprimido e responde do lugar da sua presença, do seu monte santo. O homem clama na angústia, no perigo e na dor; o homem pede ajuda e Deus responde. Neste entrelaçar-se de clamor humano e resposta divina consiste a dialéctica da oração e a chave de leitura de toda a história da salvação. O clamor exprime a necessidade de ajuda e apela-se à fidelidade do outro; gritar quer dizer fazer um gesto de fé na proximidade e na disponibilidade à escuta de Deus. A oração expressa a certeza de uma presença divina já experimentada e acreditada, que na resposta salvífica de Deus se manifesta plenamente. Isto é relevante: que na nossa prece seja importante, presente, a certeza da presença de Deus. Assim o Salmista, que se sente cercado pela morte, confessa a sua fé no Deus da vida que, como escudo, o circunda com uma protecção invulnerável; quem pensava que já estava perdido pode erguer a cabeça, porque o Senhor o salva; o orante, ameaçado e desprezado, está na glória, porque Deus é a sua glória.

A resposta divina que ouve a prece oferece ao Salmista uma segurança total; terminou também o medo, e o clamor sossega na paz, numa profunda tranquilidade interior:

«Deito-me, adormeço e acordo,
o Senhor é o meu sustentáculo.
Não temo as grandes multidões 
colocadas contra mim» (vv. 6-7).

O orante, mesmo no meio do perigo e da batalha, pode adormecer tranquilo, numa atitude inequívoca de abandono confiante. Ao seu redor os adversários acampam-se, assediam-no, são muitos, levantam-se contra ele, desprezam-no e procuram derrubá-lo, mas ele deita-se e dorme tranquilo e sereno, certo da presença de Deus. E quando acorda, encontra Deus ainda ao seu lado, como guardião que não dorme (cf. Sl 121, 3-4), que o sustém, pega-lhe na mão e nunca o abandona. O medo da morte é vencido pela presença daquele que não morre. E precisamente a noite, povoada por temores ancestrais, a noite dolorosa da solidão e da espera angustiante, agora transforma-se: o que evoca a morte torna-se presença do Eterno.

À visibilidade do assalto inimigo, maciço e imponente, opõe-se a presença invisível de Deus, com todo o seu poder invencível. E é a Ele que de novo o Salmista, depois das suas expressões de confiança, dirige a sua prece: «Levantai-vos, Senhor! Salvai-me, ó meu Deus!» (v. 8a). Os agressores «atacavam» (cf. v. 2) a sua vítima, mas quem se «elevará» é o Senhor», e fá-lo-á para os derrotar. Deus salvá-lo-á, respondendo ao seu grito. Por isso, o Salmo termina com a visão da libertação do perigo que mata e da tentação que pode fazer perecer. Depois do pedido dirigido ao Senhor, de se elevar para salvar, o orante descreve a vitória divina: os inimigos que, com a sua opressão injusta e cruel, são símbolo de tudo o que se opõe a Deus e ao seu plano de salvação, são derrotados. Atingidos na boca, já não poderão agredir com a sua violência destruidora, já não poderão insinuar o mal da dúvida na presença e na obra de Deus: o seu falar insensato e blasfemo é definitivamente desmentido e reduzido ao silêncio pela intervenção salvífica do Senhor (cf. v. 8bc). Assim o Salmista pode concluir a sua prece com uma frase com conotações litúrgicas que celebra, na gratidão e no louvor, o Deus da vida: «O Senhor tem a vitória. Desça a vossa bênção sobre o vosso povo» (v. 9).

Caros irmãos e irmãs, o Salmo 3 apresentou-nos uma súplica cheia de confiança e consolação. Recitando este Salmo, podemos fazer nossos os sentimentos do Salmista, figura do justo perseguido que encontra em Jesus o seu cumprimento. Na dor, no perigo, na amargura da incompreensão e da ofensa, as palavras do Salmo abrem o nosso coração à certeza confortadora da fé. Deus está sempre perto — mesmo nas dificuldades, nos problemas e nos contratempos da vida — ouve, responde e salva à sua maneira. Mas é preciso saber reconhecer a sua presença e aceitar os seus modos, como David na sua fuga humilhante do filho Absalão, como o justo perseguido do Livro da Sabedoria e, última e definitivamente, como o Senhor Jesus no Gólgota. E quando, aos olhos dos ímpios, Deus parece não intervir e o Filho morre, é precisamente então que se manifesta, para todos os fiéis, a verdadeira glória e a realização definitiva da salvação. Que o Senhor nos conceda a fé, nos ajude na nossa debilidade e nos torne capazes de crer e de rezar em todas as angústias, nas noites dolorosas da dúvida e nos longos dias da dor, abandonando-nos com confiança a Ele, que é o nosso «escudo» e a nossa «glória». Obrigado!


Saudação

Amados peregrinos de língua portuguesa, a minha saudação amiga para todos, em particular para os fiéis de várias paróquias das cidades de Santo Amaro, São João del Rei e São Paulo, desejando que este Salmo 3 vos sirva de portal na vossa peregrinação a Roma: da infinidade de coisas — tantas vezes duras — da vida, aprendei a elevar o coração até ao Pai do Céu, repousando no seio da sua infinita bondade, e vereis que as dores e aflições da vida vos farão menos mal. Sobre todos, e extensiva aos familiares e comunidades eclesiais, desça a minha Bênção Apostólica.

 

© Copyright 2011 - Libreria Editrice Vaticana

 

 

 


© Copyright - Libreria Editrice Vaticana

Gurta de N.Sra. de Lourdes, em Lourdes, França. Veja que parecida a imagem que vemos que é uma estátua e a imagem que aparece nas fotos.

Observemos com a imagem da Praça São Pedro lembra mesmo a imagem de N.Sra.de Lourdes em sua gruta do Santuário na França...não é mesmo?

Catecismo da Igreja Católica
§ 328-332

«Imediatamente juntou-se ao Anjo uma multidão do exército celeste»

 

A existência dos seres espirituais, não-corporais, que Sagrada Escritura chama habitualmente de anjos, é uma verdade de fé. O testemunho da Escritura a respeito é tão claro quanto a unanimidade da Tradição.

Santo Agostinho diz a respeito deles: Anjo (mensageiro) é designação de encargo, não de natureza. Se perguntares pela designação da natureza, é um espírito; se perguntares pelo encargo, é um anjo: é espírito por aquilo que é, é anjo por aquilo que faz". Por todo o seu ser, os anjos são servidores e mensageiros de Deus. Porque contemplam «constantemente a face de meu Pai que está nos céus» (Mt 18,10), são «poderosos executores da sua palavra, obedientes ao som de sua palavra» (Sl 103,20).

Como criaturas puramente espirituais, são dotados de inteligência e de vontade: são criaturas pessoais e imortais. Superam em perfeição todas as criaturas visíveis. Disto dá testemunho o fulgor de sua glória.

Cristo é o centro do mundo angélico. São seus os anjos: «Quando o Filho do homem vier na sua glória com todos os seus anjos» (Mt 25,31). São seus porque foram criados por e para Ele: «Pois foi nele que foram criadas todas as coisas, nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis: tronos, dominações, principados, potestades; tudo foi criado por Ele e para Ele» (Col 1,16). São seus, mais ainda, porque Ele os fez mensageiros de seu projeto de salvação. «Porventura não são todos eles espíritos servidores, enviados ao serviço dos que devem herdar a salvação?» (Heb 1,14).

Você sabe o motivo do então Cardeal Ratzinger escolher o nome de Bento XVI? Ele explicou no início do seu pontificado.

Confira!

“Eu quis me chamar Bento XVI para me relacionar idealmente ao venerado Pontífice Bento XV, que guiou à Igreja em um período atormentado pelo primeiro conflito mundial. Foi valente e autêntico profeta de paz e agiu com extrema valentia desde o início para evitar o drama da guerra e depois ao limitar as nefastas consequências”. Desejo colocar meu ministério ao serviço da reconciliação e da harmonia entre os homens e os povos, profundamente convencido que o grande bem da paz é sobre tudo dom de Deus, dom frágil e precioso que deve ser invocado, protegido e construído dia após dia com a contribuição de todos.

O nome de Bento evoca, além disso, a extraordinária figura do grande ‘Patriarca do monacato ocidental’, São Bento de Núrsia. A progressiva expansão da Ordem Beneditina fundada por ele, exerceu um influxo enorme na difusão do cristianismo em todo o Continente. São Bento é por isso muito venerado na Alemanha e, em particular, na Baviera, minha terra de origem. Constitui um fundamental ponto de referência para a unidade da Europa e um forte apelo às irrenunciáveis raízes cristãs de sua cultura e de sua civilização.

Peço a São Bento que nos ajude a manter firme a centralidade de Cristo na nossa existência. Ele esteja sempre no primeiro lugar nos nossos pensamentos e em cada uma das nossas atividades!”

 

 

Em 2005 Vassula Ryden acompanhada pelo teólogo dinamarquês Niels Christian Hvidt foi recebida em audiência privada pelo então Prefeito da Congregação para Doutrina da Fé Joseph Cardeal Ratzinger, que concedeu fotografar-se junto a Vassula e o ícone que o Cardeal Ratzinger  recebeu de presente na ocasião. A foto feita por Dr.HHvidt selou como testemunho de todos resultados positivos do exaustivo exame de dois anos e meio dos originais de "A Verdadeira Vida em Deus" que a Congregação para Doutrina da Fé realizou sob determinação de seu Prefeito Cardeal Ratzinger. Isso aconteceu pouco antes do Cardeal Ratzinger ser eleito Papa Bento XVI. Nesse mesmo ano de 2005 "A Verdadeira Vida em Deus" recebeu Nihil Obstat e Imprimatur por reconhecimento eclesiástico. O reconhecimento da Igreja virá somente após a morte de sua mensageira Vassula Ryden.

Nesta foto aparece Nossa Senhora como uma estátua branca dentro da tenda do Papa BentoXVI rodeado de pessoas e observe a ampliação desta foto a seguir:

Ampliação 1 da foto anterior para ver a aparição como uma estátua, que a medida que se amplia se vai podendo perceber, veja a seguir:

Ampliação 2 onde já se pode perceber a imagem branca mas não tanto, veja a próxima ampliação a seguir:

Ampliação 3 onde se pode ver perfeitamente uma imagem branca que parece uma estátua branca de mãos postas se a gente aproxima um pouquinho mais; vou tentar ampliar um pouco mais; porém já digo que esta sendo a última foto das 14 em que a Virgem aparece me deu a impressão que aparecendo como estátua quer dizer para ficarmos parados e seguidores de Papa Bento XVI, não parece? Mas eu não sei...E era 7 de setembro o dia da festa da nossa "independência" no Brasil...Há inúmeras fotografias milagrosas pelo mundo e na história, mas neste caso A Virgem Maria aparecer em 14 fotos não é de se desprezar, não acham? Ela quer dizer alguma coisa...e eu entendo que seja isso: este é o Papa com quem devemos permanecer haja visto o que aconteceu desde 2011...As outras fotos são muito interessantes também, numa a Virgem aparece em tamanho natural toda de branco caminhando em direção a essa tenda e depois aparece como essa estátua.

Ampliação máxima para se ver algo, e percebo claramente essa aparição branca ainda mais pelos detalhes, é Nossa Senhora. Vou colocar a seguir a foto em que ela aparece caminhando em tamanho humano normal para entrar na tenda; vendo isso logo a seguir entendemos que é ela dentro da tenda parada assim como uma estátua grande. Observe a seguir:

Fotografia da série das 14 fotos da aparição de 1/9/2011; nesta foto ao ampliar descobri a Virgem Santíssima em tamanho humano natural caminhando atras da fila de pessoas que subiam as escadas da tenda para cumprimentar o Papa Bento XVI; ela se desloca e uma bandeira com haste na foto fica sobreposta a ela, mas ampliando mais e mais percebemos que é sim uma pessoa toda de branco com uma veste longa e ampla que depois vemos na foto onde ela está parada como uma estátua; observando os detalhes a gente vai entendendo; nessa foto aparece um padre brasileiro sendo fotografado por uma senhora também brasileira da mesma minha peregrinação de "A Verdadeira Vida em Deus" em Roma; vejamos a ampliação seguinte:

Ampliação número 1

Ampliação número 2

Ampliação número 3

Ampliação número 4

Ampliação número 5, aqui vemos claramente a Virgem caminhando toda de branco e sobreposta a ela tem uma bandeira com haste e Ela parece mesmo caminhando com vasta roupa e véu branco; eu encontrei duas fotos dela assim toda de branco em fotos tiradas dentro da igreja em Medjugorje por uma outra pessoa e quando vi aquelas fotos não duvidei mais desta porque é bem semelhante; não tenho dúvidas sobre essa aparição e parte de seu significado. como já disse: aparecer em 14 fotos de uma mesma pessoa num mesmo dia hora e local e
junto a um Papa como este, Bento XVI dando catequese sobre o Salmo 3, é porque Nossa Mãe do Céu a Virgem Maria quer expressar algo, não acham?

A seguir vou colocar aqui a aparição semelhante a essa foto de Roma 2011, que aconteceu em Medjugorje e me fez ver com mais clareza e entender que é mesmo Nossa Senhora toda de branco.