Sexo pré-Matrimônio

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Sexo antes do Sacramento do Matrimônio é sempre pecado mortal

 

 

Arrependei-vos e crede no Evangelho!!

O ser humano foi criado para ser santo pela santificação que causa a Presença Santa de Deus na alma em determinada condição de pureza e acolhimento livre a Deus, por amor.

Então fica fácil entender que a sexualidade humana se restringe a reprodução para conceber santamente um corpo para uma alma.

Tire suas conclusões óbvias.

Devemos viver santamente e por isso a nossa união sexual deve ser de acordo com o que Deus estabeleceu e santificou.

Fora da santidade tudo que ofende a essa santidade não convém, e dependendo da gravidade é pecado mortal.

 

Mas por quê  Sexo antes do Sacramento do Matrimônio é sempre Pecado Mortal ????????????????

 

A reprodução humana é sagrada e acontece por meio da união sexual entre o homem e mulher que geram assim concebem um corpo para uma alma criada por Deus no mesmo instante da concepção. Por isso essa união sexual entre o homem e a mulher deve ser santificada pelo Sacramento do Matrimônio instituido por Deus nosso Criador e Deus. Essa união do homem e a mulher deve ser também uma união pelo afeto amoroso e espontâneo entre o homem e a mulher e deve acontecer de modo respeitoso e casto, e deve ser uma união espiritual de ambos na mesma fé em Deus, para que assim unidos formem uma família santa e equilibrada em todos os sentindos, recebendo de Deus todas as graças necessárias para a vida matrimonial e familiar.

 

não durma nas palhas vivente...se informa antes que seja TARDE DEMAIS....

 

Presta muita atenção e entende a teologia do Sacramento do Matrimônio porque quem não entende isso se ferra: 

 

"ESPOSO O amor de Deus por Israel é comparado ao do noivo por sua noiva, ou do esposo pela esposa (Os 2,16; Jr 2,2.30-37; 3,1-13; Ez 16,8). Deus tem "ciúmes" por causa de Israel infiel; por isso castiga-o, mas também lhe promete um coração novo (Jr 30,17; 31,2-4.21-22; Ez 16,53-63) e novas bodas após o castigo do exílio (Os 2,16-25; 3,1-5; Lm 1,1-21; Is 49,14-21; 50,1-2; 51,17s; 54,1-10; Ct 1,1s). João Batista chama Jesus de noivo (Jo 3,29; Ef 5,22s), sendo ele o amigo do noivo. Em Cristo, Deus realiza as bodas definitivas com a Igreja, que é a noiva (2Cor 11,2) ou esposa de Cristo (Ap 21,9). Por isso, o Reino é uma festa de casamento (Mt 22,1-14; 25,1-13; Lc 14,16-24; Jo 2,1-11; 3,25-30; Mt 9,14-15; Ef 5,25s; Gl 4,21-23; 2Cor 11,1-3). Os esponsórios de Deus em Cristo são o fundamento da moral conjugal cristã (Mt 19,1-9; Ef 5,22-23; 1Cor 6,15-20; 11,3-16; 1Pd 3,1-7; Cl 3,18-19). Ver "Matrimônio"." 

 - Bíblia Católica Online

Leia mais em: https://www.bibliacatolica.com.br/dicionario-biblico/5/

Mesmo que não acredites essa é a verdade e tens que saber para escolher consciente, e depois não adianta chorar e nem ranger dentes.

 

O ser humano não deve ter uma vida centrada na atividade sexual e nem centrada nos elementos materiais além daquilo que seja o necessário para sua reprodução e sobrevivência do corpo. 

O objetivo de nossa existência terrena é preparar-se para a vida definitiva que é espiritual e eterna e para a qual se nasce através da morte natural do corpo material que nos serve neste mundo para o desenvolvimento espiritual de nossa alma.

Vivemos neste mundo numa gestação espiritual cujo parto acontece na hora da morte do corpo material. 

É na verdade um adormecer neste mundo material e um despertar no mundo espiritual.

Este é o sentido da vida neste mundo.

Lendo o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo primeiro poderemos entender a Bíblia toda que nos mostra a Revelação de tudo o que se refere a Deus, a nossa existência e a Salvação em Jesus Cristo e cooperação salvífica da Santíssima Virgem Maria.Ambos são o acontecimento inicial do segundo Gênesis da nova Criação que é espiritual, encerrando a descendência carnal e a história terrena.

Atenção para o que estou dizendo.

Leiam o Novo Testamento primeiro e depois o Antigo Testamento será claro tanto quanto Deus com Seu Espírito Santo o permitir...

Tudo que fazemos neste mundo deve ser santamente porque nosso corpo material é templo de uma alma divina e que deve abrigar como um templo a Deus Espírito Santo em virtude da Salvação da Santa Cruz de Cristo Jesus.

Leiam Santo Irineu de Lyon!!

Tem na internet em pdf. 

 

 

 

http://adelantelafe.com/sexo-prematrimonial-siempre-pecado-mortal/

 

Sexo prematrimonial es SIEMPRE pecado mortal

 

Escrito por Adelante la Fe

Hoy muchas parejas de novios conviven antes de casarse, sin remordimiento de conciencia alguno y sin que nadie les toque la conciencia. Sus propios familiares los tratan sin darles el menor indicio de que hacen algo mal contribuyendo con ello a solidificar su comportamiento pecaminoso y ofensivo a Dios al propiciar ante ellos la imagen de que lo que hacen es “normal” y no merece reprobación.

Hay que recordar que convivir juntos antes de casarse es pecado mortal, y no hay excepción:

Ver:

– San Pablo a Tesalonicenses, 1ª, 4

– Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino, II, 154

– Catecismo de Párrocos (Concilio de Trento) pag 386

–  Catecismo de la Iglesia Católica punto 2353

Ha sido el propio Dios quien ha sentenciado infaliblemente que los impuros y adúlteros (un “divorciado” que convive con otra pareja es un adúltero también)  no entrarán en el Reino de los Cielos.

“¿No sabéis acaso que los injustos no heredarán el Reino de Dios? ¡No os engañéis! Ni los impuros, ni los idólatras, ni los adúlteros, ni los afeminados, ni los homosexuales” – San Pablo a Corintios, 1ª, 6. ….entre otras muchas citas bíblicas

Para recuperar el estado de GRACIA se precisa la inmediata CONFESIÓN con propósito de enmienda.

Aviso aos navegantes: a cópula homossexual é satânica.

(É até triplamente satânica...he he)

É Deus quem o diz por exemplo em Romanos 1, e por exemplo  explicitamente na obra mística da vidente Maria Valtorta...

Os problemas dos nescios se multiplicam...

Vai te informar vivente antes que seja tarde demais...deixa de ser burro-a tchê, desculpe a má palavra mas é para te salvar do INFERNO ETERNO QUE EXISTE E É UM LUGAR, É O PRÓPRIO DIABO QUE NEGA ISSO PARA ENGANAR OS-AS OTÁRIOS-AS, VÊ SE TE ACORDA LOGO...!!

A única coisa que Satanás quer é levar almas para o Inferno impedindo-as de receber a Salvação de Jesus Cristo neste mundo pela Igreja que Ele fundou para nos dar os meios de receber a graça. Ninguém vai para o Céu à força, tem que exercer o livre arbítrio e escolher...vê se escolhe direito!!

Se tu fosses o diabo o que farias para levar todo mundo para o Inferno hein??

Vai pensar e depois responde...

Que Deus te ajude vivente, rezo por todo mundo que ainda puder se salvar...

 

Vê se acorda de uma vez!

Mas que otários somos acreditando em mentiras e duvidando da verdade.

Só um ser onisciente, onipotente e onipresente tem as condições necessárias e imprescindíveis para dizer o que é Verdade, já pensou nisso?? Tal ser é Deus e Ele já se revelou; mas a humanidade é manipulada e confundida com falsidades. Acordemos de uma vez!!

Chega de mentiras e falsas doutrinas, usa o cérebro direito porque já pela própria razão se vê a claríssima lógica da revelação do Novo e Antigo Testamento. Fui enganada mas acordei!

Artigo imperdível está em espanhol mas dá para entender muito bem o essencial e ajudar a entender tudo

http://comovaradealmendro.es/2017/06/decrepitud-clerical/

 

Actualidad

DECREPITUD CLERICAL

23 horas ago

by Como Vara de Almendro

 

 

Written by Como Vara de Almendro

 

Por Custodio Ballester Bielsa, Pbro.

 

La peor corrupción, con mucho, de todos los partidos políticos que nos representan en los distintos parlamentos y que gestionan las innumerables administraciones de nuestros derechos y de nuestros dineros, la peor corrupción, decía en un artículo anterior, no es la económica, sino la moral. Es por ahí por donde se nos escapan las energías y finalmente la vida.

Pero ¿y la Iglesia? Si no fuese la que es la decrepitud de tantos clérigos en este frente, no estaría el mundo como está. ¡Cuántos responsables eclesiales han dado y siguen dando alas para avanzar y escalar en tantas corrupciones!

Cuántas veces aquellos que deberían  vigilar y guardar al rebaño que Cristo les confió consienten y callan, callan y consienten. Eso si no se deciden a echarle un cable al mundo y a avalarlo en sus aberraciones. Demasiados casos de colaboracionismo activo se han producido. Ahí está el pasado Sínodo de la Familia… Una parte demasiado significativa del episcopado dio sobradas muestras de su impaciencia por arrojarse en brazos del mundo y de su más chirriante mundanidad. Y eso venía de lejos, de muy lejos. Hagamos memoria.  

Pablo VI, 1968. Humanae Vitae. ¿Cuál fue la respuesta abrumadoramente mayoritaria del clero en todos sus niveles? Cardenales, obispos, sacerdotes, religiosos y religiosas y también fieles, alzaron sus voces contra el “puritanismo” que emanaba de la encíclica. Igual que el pueblo de Israel cuando Dios se había empeñado en construirle la libertad que habían conseguido al huir del faraón. Pueblo de dura cerviz, que se pensaba que con la epopeya de la huida de Egipto, lo tenía todo hecho. Un pueblo que no entendía que si no se tejía la libertad con una trama y una urdimbre que estructurase y entretejiese la vida de todos y de cada uno en todos sus aspectos, la libertad sería una quimera. La libertad tenía que ser construida y preservada, además de conquistada. Eso lo entendió también Roma, que es el ejemplo que tenemos más cerca de nuestra comprensión, de cómo la corrupción de las costumbres acaba con una sociedad, por grandes que sean su dominación y su poder. Me refiero, claro está, al desmadre sexual que precedió al derrumbe del Imperio. Un botón de muestra: la conversión de las termas en prostíbulos, acabó alejando de ellas a la gente de bien, de manera que se hundieron las termas y la sana costumbre de bañarse. Ese efecto duró muchos siglos y marcó profundamente la Edad Media europea.

Pablo VI, el papa que tuvo que administrar el desmadre de la Iglesia que hizo aflorar el Concilio (como el Sínodo hizo aflorar el de hoy) y que luego seguiría desbocándose por las compuertas que se le habían abierto, este gran papa nos dejó el legado precioso de la Humanae Vitae: encíclica profética que nos advierte de adónde nos iba a conducir el plano inclinado de la relajación de doctrina y costumbres en cuestión de sexualidad anticonceptiva; y de la enorme responsabilidad de la comunidad eclesial en la corrupción que de ahí se seguiría. Parafraseando a Chesterton, que decía que leía el Apocalipsis para ponerse al corriente de las últimas noticias, es oportunísimo recordar que para entender el origen de la deriva demencial de la ideología de género tan fuertemente implantada en nuestra sociedad, hay que ir a la Humanae Vitae de Pablo VI. A su texto, por supuesto; pero también a las reacciones que suscitó en el mundo y especialísimamente en la Iglesia. Justamente en el interior de la misma Iglesia, donde la encíclica hizo de espejo en que se reflejaron los más negros instintos que desembocarían en lo que son hoy muchísimos católicos y el mundo en cuanto a conducta sexual: sexo sin hijos (anticoncepción, aborto y homosexualidad) e hijos sin sexo (embriones congelados, reproducción artificial y vientres de alquiler).   

Paradójicamente, con la misma trivialidad con que fue tratada la liturgia en el Concilio y sobre todo en el paraconcilio que le siguió y que se adueñó de la Iglesia, con esa misma trivialidad fue tratada la moral sexual. Fue la desbandada total y absoluta, que empezó en el arrumbamiento de los códigos litúrgicos y en la desacralización de la liturgia: que de ser lo más rigurosamente normado y rubricado, pasó a ser totalmente manipulable, con unos niveles de opcionalidad tan próximos a la arbitrariedad, que dieron lugar a las más extravagantes formas de celebrar que hemos ido viendo a lo largo de estos años. Y todo, absolutamente todo en nombre de la renovación conciliar, y de la mano de quienes se proclamaban “hijos del Concilio”.

He ahí pues que la tremenda deriva de la liturgia, que podemos visualizar muy bien en imágenes que van desde niveles comprensibles y aceptables de modernización a lo más esperpéntico, esa deriva es la fiel metáfora de la transmutación profundísima que sufrió la moral sexual de la Iglesia: y no en el Concilio, que daba lo mismo lo que éste dijese, sino en el pseudoconcilio que le siguió, en cuyo nombre se le dio carpetazo definitivo a la moral en que tan incómodos se sentían todos: cardenales, obispos, religiosos, curas y fieles. La consigna, que constituía por sí misma el código teológico, filosófico y moral, fue el alegre y gozoso aggiornamento que tanto tantísimo celebraron y exaltaron los medios, igual que hoy exaltan el dolce stil nuovo. La Iglesia poniéndose “al día” (del calendario del mundo) en todo. Fue el gozoso aleteo de las mariposas que nos trajo el tsunami que hoy padecemos. De aquella fina lluvia vino este barrizal; y de la inmundicia que le fuimos añadiendo, este cenagal.

Y en medio de esta escandalosa ofuscación postconciliar y paraconciliar, que abrió paso al plano inclinado que llevaría a la degradación del santo matrimonio y de las relaciones conyugales, emergió con fuerza el papa Pablo VI, cuya clarividencia no ha recibido aún el reconocimiento que merece. Concatenó las secuencias de la manipulación tecnológica del sexo desde la anticoncepción al aborto, advirtiendo de que la víctima de todos esos supuestos avances, de esa modernización de las relaciones sexuales, de esa barra libre en que se convertía el sexo con esa nueva “moral” sexual, tan comprensiva, era siempre la mujer, convertida finalmente en producto de consumo y juguete erótico… de grado o por fuerza.

El confesionario, que había ejercido de poderoso dique de contención del impulso hacia el abuso sexual (las doctrinas hoy en vigor nos dicen que es meramente cultural, eso de que el hombre sea siempre el abusador, y la mujer siempre la abusada), se lanzó a abrir infinidad de grietas en lo que había sido una rígida moral sexual diseñada para poner freno a los abusos, como en todas las civilizaciones. Y los púlpitos enmudecieron… Dejó de ser ése un tema de predicación para convertirse en tema de formación de la juventud.

Los curas más modernos y enrollados adoctrinaron a los jóvenes de los activísimos centros parroquiales sobre la moderna sexualidad: relaciones prematrimoniales, claro que sí, anticonceptivos para descartar la excusa del embarazo, sexualidad abierta y sin trabas de ningún género, manifestación de que la Iglesia se había obsesionado en exceso reprimiendo la libre expresión sexual… Y fue a través de este nuevo frente de actividad de los sacerdotes más guais por donde se coló una corriente de corrupción sexual también dentro de la Iglesia. Y le cogieron gusto, también en los colegios, a esa nueva formación sexual que tan gravemente deformó y corrompió a muchísimos formadores. De esos polvos, el tremendo lodazal en que retozan tantos miembros de la Iglesia. Un lodazal elevado a la categoría de teología y defendido ardientemente. Y Pablo VI con su Humanae Vitae como un loco, la voz del que clama en el desierto. Tan loco y denostado como todos los profetas. ¿Con qué fuerza moral nos quejaremos de la invasión de la escuela por los corruptores del lobby LGTB, cuando fuimos nosotros los que les desbrozamos el camino?

 

Monseñor Gilfredo Marengo, teólogo del Instituto Juan Pablo II para el estudio del Matrimonio y la Familia.

Ahí está la comisión constituida ad hoc para reinterpretar la Humanae Vitae a la luz de la actualidad más rabiosa, presidida por Mons. Gilfredo Marengo, singular teólogo del agonizante Instituto Pontificio Juan Pablo II, donde lo deben estudiar todo menos la Evangelium Vitae, archivada en alguna estantería escondida y bajo llave. Marengo parece ser uno de esos rutilantes profesores de moral especialistas en reconciliar lo irreconciliable, en decir que cada antítesis teológica y doctrinal (anticoncepción sí- píldora no, aborto sí-aborto no…)  debe ser relativizada y sustituida en una síntesis capaz de conciliar los opuestos. Lo importante es sumergirse en la práctica pastoral sin doblegarse a ideales teológicos demasiado abstractos y construidos artificialmente.  Alucinante y más si olvidamos al Apóstol de los gentiles que afirmó, previendo ya a los futuros pazguatos que la liarían gorda: ¿Qué tienen en común justicia e injusticia? ¿Qué trato la luz y las tinieblas? ¿Qué concordia Cristo con Belial? ¿Es compatible el templo de Dios con los ídolos? Pues nosotros somos templo del Dios vivo. Por tanto, salid de en medio y apartaos de ellos –dice el Señor-. No toquéis lo impuro y yo os acogeré. (2Co 6, 14). ¡Ojalá la fuerza de la Palabra de Dios ahuyente nuestro miedo y nos llene de valor para anunciar la Verdad!

 

Custodio Ballester Bielsa, pbro.
www.sacerdotesporlavida.es