O poderoso Rosário

São Pio X, ajudai-nos na formação de exércitos rezando o Rósário!! Amém!

Poderoso Rosário da Virgem Maria

 

Durante a meditação do segundo mistério glorioso, foram citadas estas firmes palavras de São Pio X sobre o Santíssimo Rosário: “De todas as orações, é a mais bela, a mais rica em graças; é a oração que toca mais o coração da Mãe de Deus … se querem que a paz reine em suas casas, rezem o rosário em família, é a mais bela depois da oração da Santa Missa. Dê-me um exército que reze o rosário, e conquistarei o mundo!

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede nosso auxílio contra as maldades e ciladas de Satanás, instante e humildemente pedimos a Deus que sobre ele impere e vós Príncipe da Milícia Celeste pelo Divino Poder, precipitai no Inferno a Satanás e a todos espíritos malignos que vagueiam pelo mundo para perderem as almas. Amém!

Atenção: este é um website pessoal e não oficial de testemunho e portanto todos os comentários e reflexões que não forem atribuídos a outras fontes, são somente opiniões pessoais e não podem traduzir a postura da pessoa, grupo, instituição, etc, aqui mencionados e promovidos. Com Imprimatur e Nihil Obstat dedes 2005, a obra mística divina “A Verdadeira Vida em Deus” tem todas as mensagens, documentos, testemunhos, orações, palestras, peregrinações, retiros, casas de caridade e toda informação idônea e completa no

Site Oficial geral em inglês e em 26 idiomas  www.tlig.org 

em idioma português o Site Oficial é www.tlig.org/pg/

 

Na Santa Madre Igreja, a lei suprema é a salvação das almas!

Amém! Pe.Élcio Murucci (escreve no Fratesinunum.com)

Rezemos constante e incessantemente

Rosário "nuclear"!

 

A oração do Rosário mariano é mais poderosa que bomba atômica, é mais poderosa que todas as bombas juntas, é poder de Deus Altíssimo por intercessão do Imaculado Coração de Maria, a nova Eva, junto ao Sagrado Coração de Jesus, o Filho do Homem e Filho de Deus, o novo Adão, o Inocente Crucificado pela salvação das almas!!

 

Os depoimentos a seguir são dois ótimos exemplos, um na luta contra o Boko Haram na Nigéria e o outro exemplo ocorreu quando da queda da bomba de Hiroshima, sem falar na vitória estrondosa na Batalha de Lepanto, em 7 de Outubro de 1571!!!

Veja com as fotos a notícia toda em http://luzesdeesperanca.blogspot.com.br/2017/03/bispo-nigeriano-difundiu-o-terco-para.html Maravilha! Vamos rezar intensamente o Terço Mariano depressa em todos os lugares!! É mais forte que a bomba atômica e que todos os exércitos juntos...!

segunda-feira, 6 de março de 2017

Bispo nigeriano difundiu o terço para liquidar o Islã.
E deu certo!

 

Dom Oliver Dashe Doeme, bispo da diocese de Maiduguri, Nigéria
anunciava que o terço daria a vitória sobre o Islã. E agora está se verificando no país

 

Luis Dufaur

Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O presidente nigeriano Muhammadu Buhari confirmou que os últimos bastiões da guerrilha Boko Haram, que pretendia estabelecer um califado na África nos moldes do ISIS, foram esmagados no bosque de Sambisa, no estado de Borno, nordeste do país.

Desde que iniciou a guerra de expansão islâmica há sete anos, o Boko Haram assassinou mais de 20.000 pessoas e provocou a fuga de mais de dois milhões, noticiou o jornal Clarín, de Buenos Aires.

Ele chegou a controlar vastas áreas do nordeste da grande e populosa Nigéria, e aspirava criar um califado regido pela sharia (lei islâmica) aplicando o esquema de seus aliados do ISIS do Iraque e da Síria.

O governo nigeriano anunciava há tempos que os tinha derrotado, mas os ferozes atentados corânicos continuavam cada vez mais sanguinários.

Por sua vez, o vizinho Níger confirmou que dezenas de membros do Boko Haram que fugiam da Nigéria, se entregaram às autoridades do sul do país, confirmando a derrocada do movimento terrorista, informou a agência Reuters.

Várias outras centenas de terroristas do mesmo movimento já se tinham rendido às autoridades do Chade no fim de 2016.

 

Dom Olivier: “o Rosário nos dará a vitória
sobre todas as formas de mal como na batalha de Lepanto”

O que concorreu para uma virada tão radical e a derrocada do movimento muçulmano?

Nada acontece sem uma causa. E o exército nigeriano vinha sendo acusado pela população de moleza e ineficácia contra os terroristas.

Uma pessoa, porém, anunciava sua iminente ruína e fornecia a mancheias a arma para acabar com a sanguinária horda maometana.

Esse homem é Dom Oliver Dashe Doeme, bispo católico de Maiduguri, a “capital” dos terroristas.

Enquanto a diocese era dominada pelo terror, o corajoso prelado pregava a reza do Rosário implorando a intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria para acabar com o flagelo muçulmano.

O jovem e destemido bispo não hesitava em sair às ruas de batina e cruz peitoral, difundindo a prática do terço e inspirando respeito até entre a população muçulmana.

Há dois anos, enquanto rezava o terço em sua capela privada, ele disse ter visto a Jesus que convocava todos os católicos a rezar o Rosário para se libertarem do terrorismo do Boko Haram.

Até colegas do episcopado nigeriano ficaram espantados pela intrepidez do bispo da “capital do terror”. Sua iniciativa parecia “louca” aos olhos do mundo e dos católicos moles.

Mas agora que o exército nigeriano liquidou inesperadamente os assassinos insurgentes, o povo se volta para Dom Dashe Doeme e sua pregação. E ele diz que o mérito todo é de Nossa Senhora.

“Antes – declarou ele ao Catholic Herald – os milicianos do Boko Haram estavam por toda parte. Agora eles não estão em lugar nenhum. O Boko Haram será liquidado logo, sobretudo por causa das orações de nosso povo”.

Segundo o bispo, Jesus Cristo lhe teria dado uma espada, e ao pegá-la ela se transformou imediatamente num terço. E Nosso Senhor lhe disse: “O Boko Haram irá embora”.

Dom Oliver levou a mensagem a sério, “consolando o povo de que Nossa Mãe está conosco”.

O povo de sua vasta diocese ficou com a certeza de “que o Rosário nos dará a vitória sobre todas as formas de mal. O Boko Haram é o mal, ISIS é o mal.

 

O Papa São Pio V segura o terço enquanto o príncipe Don João de Áustria
comanda a batalha de Lepanto-
Mosaico na Basílica.de.Notre-Dame.de.Fourvière, Lyon, França.

“À medida que abrimos espaço para Nossa Senhora, especialmente rezando o Rosário, que é a mais rezada das devoções marianas, nós sairemos vitoriosos”.


Dom Oliver instalou a recitação do Rosário diário em todas as escolas, famílias e paróquias da diocese.

E explicou ao Catholic Herald, referido por Life Site News, que o Rosário “fez maravilhas, liberou nações”.

Ele citou como exemplo a batalha de Lepanto, em 1571, quando as forças navais católicas derrotaram uma frota do Império Otomano muito mais numerosa.

E aqui no Ocidente, onde estão os bispos ou mais altos hierarcas que preguem o Terço para acabar com a praga do terrorismo e da cristofobia?

Onde está a fé e a devoção a Nossa Senhora?

Emporcalhada no contexto neopagão do Carnaval por mãos sacerdotais, arcebispais e cardinalícias?

O que pode atrair esse emporcalhamento blasfemo?

 

AS QUINZE PROMESSAS DE NOSSA SENHORA A QUEM REZAR O TERÇO TODOS OS DIAS!!

 

"A Santíssima Virgem, nestes últimos tempos nos quais vivemos, deu nova eficácia à récita do Rosário. Tal, que não existe nenhum problema, não importa quão difícil possa ser, temporal ou sobretudo espiritual, na vida pessoal de cada um de nós, das nossas famílias...que não possa ser resolvido com o Santo Rosário. Não existe nenhum problema, digo-vos, não importa quão difícil possa ser, que não possamos resolver com a oração do Rosário."

Irmã Lúcia dos Santos 

Nossa Senhora revelou estas promessas a São Domingos, o santo a quem foi revelado pela primeira vez o Santo Rosário, no século XII.  

 

  1. "A todos os que rezarem o meu Rosário com devoção, prometo a minha protecção especial e grandíssimas graças."
  2. "Aquele que perseverar na oração do Meu Rosário receberá uma graça especialíssima."
  3. "O Rosário será uma defesa poderosíssima contra o Inferno; destruirá os vícios, libertará do pecado, dissipará as heresias."
  4. "O Rosário fará florescer as virtudes e as boas obras, e obterá para as almas a mais abundante misericórdia Divina; fará que, nos corações, o amor ao mundo seja substituído pelo amor a Deus, elevando-os ao desejo dos bens celestes e eternos. Quantas almas se santificarão por esse meio!"
  5. "Quem se confiar a Mim, por meio do Rosário, não perecerá."
  6. "Quem rezar o meu Rosário com devoção, meditando nos seus mistérios, não será oprimido pela desgraça. O pecador se converterá; o justo crescerá em graças e se tornará digno da vida eterna."
  7. "Os verdadeiros devotos do meu Rosário não morrerão sem os Sacramentos da Igreja."
  8. "Aqueles que rezam o meu Rosário encontrarão, durante sua vida e na sua morte, a luz de Deus e a plenitude das Suas graças, e participarão dos méritos dos bem-aventurados."
  9. "Libertarei muito prontamente do Purgatório as almas devotas ao meu Rosário."
  10. "Os verdadeiros filhos do meu Rosário gozarão de uma grande glória no Céu."
  11. "O que pedirem por meio do meu Rosário, obterão."
  12. "Aqueles que defenderem o meu Rosário serão socorridos por Mim, em todas as suas necessidades."
  13. "Obtive do meu Filho que todos os membros da Irmandade do Rosário tenham por irmãos, durante a vida e na hora da morte, os santos do Céu."
  14. "Aqueles que rezarem fielmente o meu Rosário serão todos meus filhos amantíssimos, irmãos e irmãs de Jesus Cristo."
  15. "A devoção ao meu Rosário é um grande sinal de Predestinação" [ou seja, é uma boa indicação de que o devoto estará no caminho para o Céu]!http://umajovemcatolica.blogs.sapo.pt/as-quinze-promessas-do-santo-rosario-41181As Quinze Promessas do Santo Rosário

Rezar o Rosário Mariano significa

vencer todo mal e obter as

graças necessárias para ajudar a

alcançar a Salvação em Cristo Jesus

pessoal e do próximo.

Todo o mal pode ser exterminado com a oração!!

 

Sendo que o Rosário Mariano tem

especial poder de intercessão!!

 

Podemos também rezar Ave-Marias

constantemente em toda parte e

estaremos fazendo fortuna espiritual

e um constante exorcismo!!

 

Quem rezar ao menos um Terço do

Rosário por dia alcança graças

inefáveis para si, sua família e o

mundo!!

O Poder do Santo Rosário em Hiroshima!

 

 

 
 

 

Apenas à 1 km da explosão atômica

 

Jesuítas e a casa deles Sobreviveram
A explosão atômica em Hiroshinma. Os Jesuítas dizem "Nós acreditamos que sobrevivemos porque estávamos vivendo a Mensagem de Fátima. Nós vivíamos e rezávamos o Rosário diariamente naquela casa."
 
Houve uma casa a oito quarteirões (cerca de 1 km) de onde a Bomba-A caiu em Hiroshima, Japão. Esta casa tinha uma igreja anexa a ela a qual foi completamente destruída, mas a casa sobreviveu, e assim também os oito missionários alemães que rezavam o Rosário naquela casa fielmente todos os dias. Estes homens foram missionários para o povo Japonês, eles não eram militares, mas por que a Alemanha e o Japão eram aliados durante a Segunda Guerra eles foram autorizados a viver e ministrar dentro do Japão durante a Guerra.
 
Eles não somente sobreviveram com (no máximo) alguns relativamente pequenos ferimentos, mas todos eles sobreviveram bem, depois daquele dia terrível, com nenhum efeito da radiação, nenhuma perda de audição, nem qualquer outro defeito ou desordem visíveis de longa duração.
 
Naturalmente, eles foram entrevistados inúmeras vezes (Padre Schiffer, um sobrevivente, disse que foi entrevistado mais de 200 vezes) por cientistas e agentes de saúde sobre sua incrível experiência. Os Jesuítas dizem, "Nós acreditamos que sobrevivemos porque nós estávamos vivendo a Mensagem de Fátima. Nós vivíamos e rezávamos o Rosário diariamente naquela casa."
 

 
Obviamente, os cientistas seculares ficam sem palavras e incrédulos com essa explicação. Eles estão certos de que há uma explicação "real". Mas ao mesmo tempo, passados 50 anos os cientistas ainda ficam absolutamente confusos quando tentam encontrar um cenário plausível para explicar a forma única como escaparam os missionários do poder infernal daquela bomba.
 
* * *
 
Padre Schiffer de Hiroshima
Por Padre Paul Ruge, OFMI
 
As 2:45 da manhã do dia 6 de Agosto de 1945, um bombardeiro B-29 decolou da ilha de Tinian para despejar a primeira bomba atômica sobre o Japão. As 08:15 a bomba explodiu a oito quarteirões da Igreja Jesuita de Nossa Senhora da Assunção em Hiroshima. Meio milhão de pessoas foram aniquiladas. No entanto, a igreja e quatro Padres Jesuítas que se encontravam lá sobreviveram: Padres Hugo Lassalle, Kleinsorge, Cieslik e Schiffer (Nota: todos os outros relatos dizem claramente que havia oito jesuítas naquela casa e não quatro – e é bem conhecido que todos os oito sobreviveram – o autor desse artigo aparentemente somente tinha o nome de quatro deles, por exemplo, o Padre Arrupe foi deixado fora da lista – e neste escrito, eu não fui capaz de encontrar os nomes dos outros três jesuítas. Fim da nota). De acordo com os especialistas eles "tinham que estar mortos", estando dentro de uma milha de raio da explosão. Nove dias depois, em 15 de Agosto, Festa da Assunção de Nossa Senhora, as forças americanas foram ordenadas a cessar fogo.
 
Eu encontrei-me com o Padre Schiffer (diz Padre Ruge) no final dos anos 70 no Aeroporto Tri-City em Saginaw, Michigam, quando ele estava indo dar uma palestra para o Blue Army/Novena Triduum. A medida que eu o conduzia pelo arredores ele me contou estórias de sua vida, especialmente da explosão atômica em Hiroshima. Na manhã de 6 de Agosto de 1945, ele tinha terminado a Missa, foi para dentro da residência paroquial e sentou-se à mesa do café, e tinha apenas acabado de fatiar uma laranja, e acabado de por a colher na laranja quando houve um flash de luz. Seu primeiro pensamento foi que era uma explosão no porto (aquele era um grande porto onde os Japoneses re-abasteciam seus submarinos.)
 
Então, nas palavras do Padre Schiffer: "de repente, uma terrível explosão encheu o ar com um estouro de um trovão de um só golpe. Uma força invisível me levantou da cadeira, me jogou no ar, chacoalhou-me, bateu-me, fez-me gira e girar como uma folha numa rajada de vento de outono.
 
A próxima coisa que me lembro, ele abriu seus olhos e estava deitado no chão. Ele olhou em volta e não havia NADA em nenhuma direção: a estação ferroviária e os prédios em todas as direções foram levados ao chão. A única lesão física para ele foi que ele podia sentir alguns pedaços de vidro na nuca. À medida que ele pode falar, não havia mais nada de errado fisicamente com ele. Muitos milhares foram mortos ou desfigurados pela explosão. Depois da conquista dos americanos, os médicos do exército e cientistas explicaram para ele que seu corpo começaria a se deteriorar por causa da radiação. Muitos dos japoneses (sobreviventes) tinham bolhas e feridas da radiação. Para o espanto dos médicos, o corpo do Padre Shiffer não continha nenhum efeito ruim da radiação da bomba. O Padre. Shiffer atribui isto a devoção a Mãe Santíssima, e seu Rosário Diário. Ele sente que recebeu um escudo protetor da Mãe Santíssima que o protegeu da radiação e dos seus efeitos ruins.
 
* * *
 
Testemunho do Dr. Stephen Rinehart
 
O Dr. Stephen Rinehart trabalha no Departamento de Defesa Americano – um homem com um currículo profissional de credenciais científicas impressionante. Segue-se seu comentário:
 
"A 1 quilometro a temperatura passou dos 20.000 a 30.000 graus F (transientes em micro-segundos maiores do que 100.000 F e talvez tão altas quanto 1.000.000 F dentro de 1 quilometro – depende dos detalhes da construção e se você está dentro da bola de fogo) e a onda de choque teria atingido velocidades sônicas com pressões sobre os prédios (a 1 quilometro) maiores do que 600 psi e os prédios foram demolidos além de 1 milha do epicentro. O "diâmetro da bola de fogo" era provavelmente da ordem de 2 a 4 quilômetros (depende de certas definições). De forma alguma um ser humano poderia ter sobrevivido nem deveria qualquer coisa ter permanecido de pé a 1 quilometro. Além disso, a cerca de dez a quinze quilômetros eu vi as paredes de tijolos de uma escola primária (algumas como em construção devido a explosão da bomba) e eu acho que houve poucos sobreviventes terrivelmente queimados entre 10 e 15 quilômetros (todos – exceto os Jesuítas – morreram dentro de quinze anos por alguma forma de câncer). Também acho que havia Jesuítas que estavam perto do epicentro e uma vista panorâmica a partir do epicentro no Hospital Shima mostrou um tipo de sobrado totalmente intacto (pelo menos do que eu podia distinguir e me pareceu que as janelas estavam no lugar!)."
 
"Também havia uma igreja com as paredes ainda de pé, mas o telhado foi lançado fora para algumas centenas de jardas! O Departamento de Defesa nunca comentou oficialmente sobre isso e eu suspeito que aquilo foi registrado porém nunca discutido na literatura especializada. Eu acho possível que tenham pedido aos Jesuítas para também não dizer qualquer coisa naquela época."
 
"A bomba atômica de Hiroshima teve uma explosão aérea (i.e.. detonada na altitude entre 600 e 1000 jardas) contrária a uma explosão atômica no chão (i.e. projetada para abrir uma cratera numa certa área – possivelmente contra alvos fortemente enterrados). Duas desse tipo de bomba foram construídas e a outra foi despejada em Nagasaki. A terceira bomba era maior e visava uma explosão no chão (porto de Tókio?) mas nunca foi usada no Japão ou em nenhum alvo identificado. A ordem dos bombardeios foi contra cidades que não eram alvos militares específicos. As cidades selecionadas foram Kyoto, Hiroshima, Yokohama e Nagasaki."
 
"Revendo os padrões de danos e as características da explosão de Hiroshima, parece que esta arma foi detonada a uma altura entre 0.6 e 1.0 quilometro (o mais provável diâmetro da bola de fogo é cerca de 1,4 quilômetros). Esta arma foi detonada a esta altura para produzir o máximo de danos a partir da bola de fogo (dano pela expansão de fogo/ar sustentada o máximo possível a partir da propagação da temperatura e das pressões da expansão de ar na frente da onda de choque). No entanto, o epicentro não foi a área com os maiores danos uma vez que a arma foi projetada para "espalhar os efeitos da bola de fogo" sobre uma extensa área. O prédio mais forte (estrutura de ferro reforçado) era o Banco de Hiroshima que foi engolido pelo fogo a 250 metros do hipocentro da bomba, mas suas paredes permaneceram de pé, porém as janelas foram varridas.
 
"A conclusão mais importante de minha análise dos efeitos da bomba em Hiroshima, é que esta bomba foi intencionalmente projetada e usada para matar ou aniquilar tantos humanos quanto possível em casas residências (ou desprotegidos do lado de fora) sobre a área mais extensa possível para o tamanho da bomba (ao mesmo tempo minimizando os efeitos da radiação dos destroços contaminados lançados na atmosfera.)."
 
"Uma vez que muito da capacidade industrial de Hiroshima estava também localizada em estruturas de tijolos não reforçadas este tipo de explosão também destruiria qualquer construção ou prédios de tijolos não reforçados. Uns dos mais inflamáveis itens numa pessoa são seus cabelos e roupas. Muitas das roupas naquele tempo eram de algodão (ou uma mistura de algodão) o que seria considerado altamente inflamável.
Eu de repente vim a perceber que o propósito de uma bola de fogo que se propagava naquela altura era para ser capaz de por fogo nas roupas das pessoas (e todos os tipos de tecido) a relativamente longas distâncias do epicentro da explosão. A expansão de ar seria sentida a milhas (soprando janelas e danificando principalmente todas as estruturas, trincando as paredes) e aterrorizando a população remanescente.
Assim, a descrição daqueles que sobreviveram de verem corpos queimados por toda parte (ou esqueletos carbonizados) e pele que foram rasgadas em tiras é consistente com a ordem de bombardear para acertar uma cidade populosa bem no centro sem um objetivo militar especifico."
 
"Parece que os Jesuitas (a 1 quilometro do epicentro geométrico) tiveram mais do que 90% de probabilidade de estarem fora do "plasma" da bomba atômica uma vez que foi uma expansão de ar, mas eles estavam "por um fio". Dependendo da verdadeira altura da detonação, os Jesuítas devem ter tido a borda da bola de fogo literalmente fora de suas janelas. Assumindo que eles estavam fora do plasma, a residência deles deveria ainda ter sido totalmente destruída (temperatura maior que 2.000 F e pressão da onda de choque maior que 100 psi).
 
Em contraste, mansões ou paredes de tijolos não reforçados (representativo das construções comerciais) são destruídas a 3 psi, que também causará danos aos carros e estouro das janelas. A 10 psi, um corpo humano experimentará danos severos ao pulmão e ao coração, estouro dos tímpanos e a 20 psi seus membros podem ser arrancados. Sua cabeça será explodida aos 40 psi e nenhuma construção comercial ou residencial não reforçada ficaria de pé. Aos 80 psi mesmo o concreto reforçado é altamente danificado e nenhum ser humano ficaria vivo porque seu crânio seria esmagado. Todas as roupas de algodão pegariam fogo a 350F (provavelmente a 275F) e seus pulmões entrariam em colapso dentro de 1 minuto respirando ar (mesmo por alguns segundos) naquelas temperaturas."
 
Conclusão
 
"Não há nenhuma lei física para explicar porque os Jesuítas ficaram intocados na explosão de Hiroshima. Não há qualquer dado ou teste verdadeiro onde uma estrutura tal como aquela não tenha sido totalmente destruída àquela distância por uma bomba atômica. Todos os que estavam àquela distância do epicentro deveriam ter recebido radiação suficiente para estar mortos dentro de no máximo uma questão de minutos se nada mais tivesse acontecido com eles. Não há nenhum modo conhecido de projetar uma bomba atômica de urânio-235, que poderia deixar uma grande área intacta enquanto destrói tudo ao seu redor imediatamente fora da bola de fogo (formando o plasma)"
 
"De um ponto de vista científico, o que aconteceu com aqueles Jesuítas em Hiroshima ainda desafia toda lógica humana das leis da física como entendidas hoje (ou em qualquer tempo no futuro). Deve ser concluído que alguma outra força (externa) estava presente cujo poder e/ou capacidade de transformar energia e matéria no que diz respeito aos humanos está além da compreensão atual."
 
"Do ponto de vista da atual teoria universal das "cordas" na física (relacionando efeitos em escala atômica com o mundo macroscópico) ela sugere que as "cordas" físicas (i.e. os corpos) dos Jesuítas e as "cordas de energias" representando a matéria física das casas estavam ambas transformadas no momento da explosão num campo oposto de energia (para cancelar o efeito da bomba e então transformado de volta numa escala de tempo totalmente imperceptível aos humanos) ou um enorme campo de força externa estava presente o qual precisamente cancelou os efeitos da bomba sobre uma geometria totalmente irregular das casas incluindo a proteção de seus ocupantes."
 
De qualquer forma é um argumento plausível para a existência de um Criador que deixou Seu "cartão de visitas" em Hiroshima.
 
Escrito com a permissão da Catholic Family News, Niagra Falls, NY Fevereiro de 2007!
 
Nota: Dizem que não importa o que Nossa Senhora pede a Nosso Senhor, Nosso Senhor não pode recusar! Portanto aqueles que seguem os desejos de Nossa Mãe Bem-Aventurada e são especialmente devotadas a ela tem sua especial proteção como estes oito Jesuítas tiveram! Tudo me lembra do que Nossa Senhora de Guadalupe disse a Juan Diego, "Não estou eu aqui, eu, que sou sua Mãe? Não está você sobre a minha proteção? Sob a graça do meu abrigo? Não sou eu a fonte do seu contentamento? Não está você acalentado em meu manto? Afagado nos meus braços? Há alguma coisa a mais que você precise? " Bill
 
 
Milagre do Rosário em Hiroshima

 

Apenas à 1km de distância da Bomba Atômica
os Jesuítas e sua casa sobreviveram
 
 

 

A explosão atômica em Hiroshinma.
Os Jesuítas dizem "Nós acreditamos que sobrevivemos porque estávamos vivendo a Mensagem de Fátima. Nós vivíamos e rezávamos o Rosário diariamente naquela casa."

 

 

 

Salve Maria Imaculada!

 

Salve o Imaculado Coração de Maria que por fim triunfará!!

A BATALHA DE LEPANTO E O ROSÁRIO

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”Nem as tropas, nem as armas, nem os comandantes,
mas a Virgem Maria do Rosário foi quem nos deu a vitória”
 

Fonte: Hojitas de Fe, 216, Seminário Nossa Senhora Corredentora, FSSPX
Tradução: 
Dominus Est

São Pio V, eleito Papa em 1566, teve o desejo de convocar a Cristandade para um duplo combate: contra o protestantismo e contra o Islã. Contra este último convidou os príncipes católicos a contrair uma aliança, mas todos eles, ocupados por seus problemas internos, não responderam à iniciativa. Em 1569 os otomanos souberam que o arsenal veneziano havia sido destruído pelo fogo, e que além disso toda a península itálica estava ameaçada pela fome devido a uma má colheita. Selim II aproveitou a ocasião para romper a trégua com Veneza e enviou um ultimato: ou entregaria a preciosa posse de Chipre, ou lhe declararia guerra. Veneza pediu auxílio, mas não queria fazer aliança com a Espanha, nem a Espanha com Veneza, pois Veneza várias vezes fizera aliança com os turcos. São Pio V interveio exortando a Espanha a enviar uma armada para proteger Malta e garantir a rota que levaria auxílio até a Ilha de Chipre.

Felipe II aceitou e enviou seus embaixadores, diante do qual Sua Santidade nomeou Marco Antonio Colonna, bem visto por Filipe II e Veneza, como chefe da armada pontifícia. Sob o comando e mediação do Supremo Pontífice tiveram início as negociações entre a Espanha e Veneza, mas desconfiança mútua e os interesses de ambas as partes, influenciara na demora dos acordos. São Pio V mediou nas discussões com paciência heroica e cordura, e sugeriu a Dom João da Áustria, bastardo irmão de Felipe II, então jovem de 24 anos, como generalíssimo dos exércitos cristãos.

Durante as negociações, uma peste dizimou a esquadra veneziana, e os turcos conquistaram a ilha de Chipre, após 48 dias de resistência heroica. A perda de Chipre desanimou toda a Cristandade. São Pio V culpou os príncipes católicos por aquela perda, que deveriam abandonar suas atitudes antes que fosse tarde demais, e só expiariam suas culpas se resolvessem se unir em defesa da Cristandade.

Em março de 1571 chegaram a Roma as respostas afirmativas do Rei da Espanha e do Doge de Veneza. Superadas as divergências, formou-se uma Liga entre ambas as potências com caráter defensivo e ofensivo para agir contra o Sultão e seus estados tributários, Argel, Tunísia e Trípoli. A Liga contaria com 200 galés, 1.000 transportes, 50.000 infantes espanhóis, italianos e alemães, 4.500 de cavalaria ligeira e o número necessário de canhões.

1º Preparativos para a batalha.

Sua Santidade enviou à Liga um estandarte de damasco de seda azul com a imagem do Crucificado, tendo a seus pés as armas do Papa, da Espanha, de Veneza e de Dom João da Áustria. Dom João da Áustria recebeu o estandarte das mãos do cardeal Granvela, que lhe disse:

“Toma, ditoso Príncipe, a insígnia do Verbo Humanado; tem o vívido sinal da Santa Fé, da qual és defensor nesta empresa. Ele te dará uma gloriosa vitória sobre o inimigo ímpio, e por tua mão será abatida a soberba. “

Preocupado com as notícias do avanço turco, São Pio V enviou uma carta a Dom João, exortando-o a zarpar o mais depressa possível para Messina, prometendo-lhe pouco depois, através de seu núncio Odescalchi, a vitória acima de todos os cálculos humanos. Encorajado por essas palavras, Dom João agiu rapidamente. Para preservar o caráter sagrado da empresa, proibiu as mulheres a bordo, ditou a pena de morte contra os blasfemos e impôs um jejum de três dias. Nenhum dos 81 mil marinheiros e soldados ficou sem confessar e receber a comunhão, até mesmo os galeotes.

2º Em formação para a batalha.

Nos dias 16 e 17 de setembro a frota cristã partiu do porto de Messina. A frota turca estava localizada em Lepanto, um porto localizado ao sul do estreito que une o Golfo de Patras com o Golfo de Corinto. Em 6 de outubro, o vento deteve os católicos e empurrou os otomanos para fora do estreito de Lepanto, facilitando assim o combate. No domingo, 7 de outubro, antes do amanhecer, os navios católicos levantaram âncoras e adentraram o Estreito de Lepanto. Um canhão ordenou o início da batalha e o estandarte da Liga foi hasteado no principal mastro da nau capitânia. Dom João, da Áustria, exclamou: “Aqui venceremos ou morremos”.

Dom João comandou o centro, flanqueado por Colonna e Veniero; os Requesens catalães vinham um pouco mais atrás. A esquadra espanhola de Andrea Doria, com 60 navios, formava a ala direita em direção ao alto mar. Os 35 navios do Marquês de Santa Cruz aguardavam ordens na retaguarda para sua eventual intervenção.

Ali Paxá, o almirante otomano, também dispôs sua frota de combate. O generalíssimo turco parecia querer atacar pelo centro e ao mesmo tempo envolver os cristãos, aproveitando-se de sua superioridade numérica de 286 navios contra 208. O vento soprava do leste, favorável aos infiéis, enquanto os católicos se aproximavam do inimigo pela força dos remos. Quando as esquadras estavam à vista, o vento diminuiu.

Na praça católica Andrea Doria propôs um conselho de guerra para discutir se convinha ou não combater um inimigo numericamente superior; mas Dom João da Áustria contestou: “Não é hora de falar, mas de lutar”. Andrea Doria aconselhou então a cortar os enormes esporões das galés católicas, para ter uma linha de fogo mais poderosa.

O comandante supremo, Dom João de Áustria, passou em revista todas as naves de crucifixo em mãos e arengando com ardor para a luta iminente: “Este é o dia em que a Cristandade deve mostrar seu poder, para  aniquilar esta seita amaldiçoada e obter uma vitória sem precedentes… Estais aqui por vontade de Deus, para castigar o furor e a maldade desses cães bárbaros; depositai vossa esperança unicamente no Deus dos exércitos, que reina e governa o universo… Recordai que combatereis pela Fé; nenhum covarde ganhará o Céu”. Então ele se ajoelhou em La Real e rezou, fazendo o mesmo todos os seus homens. Em meio a um imponente silêncio, os religiosos deram a última bênção e a absolvição geral àqueles que se expunham a morrer pela Fé.

Enquanto isso, o inimigo cortava o silêncio com suas cornetas, blasfêmias, zombarias e imprecações, e dizia: “Esses cristãos vieram como um rebanho de ovelhas para que nós os degolemos “. A ordem de Ali Paxá era não fazer prisioneiros.

3º A batalha.

Ali Paxá deu um tiro de canhão para chamar os cristãos para a luta. Dom João aceitou o desafio, respondendo com outro tiro de canhão. Naquele momento, o vento mudou inesperadamente em favor dos cristãos.

Os turcos procuravam dar maior amplitude ao seu movimento, para envolver um dos os flancos do adversário. Doria tentava impedir a manobra, mas afastou-se muito da área designada, abrindo uma brecha perigosa entre a ala de seu comando e o centro da esquadra. O apóstata italiano Uluch Ali entrou pelo espaço vazio deixado por Doria. Com seus melhores navios, ele se lançou em combate para o centro dos cristãos, e com algumas galeras pesadas manteve Doria longe. Nesta manobra, as tropas de Doria quase foram aniquiladas, e a reserva do marquês de Santa Cruz não pôde socorrê-lo, pois estava empenhado em ajudar os venezianos na ala esquerda ao longo da costa.

Ali Paxá, conhecendo pelos santos estandartes a galera de Dom João, investiu pela proa de La Real, e lançou sobre ela uma horda de janízaros selecionados. Naquele momento, o conselho dado por Doria provou sua eficácia: desembaraçado do peso representado pelo esporão, a artilharia do navio católico dizimou a tripulação de La Sultana, o navio de Ali Paxá. Em socorro desta chegaram 7 galeras turcas, que lançaram mais janízaros à luta sobre a ensanguentada ponte da nave capitã de Dom João.

Por duas vezes a horda turca penetrou no mastro principal de La Real, mas os bravos veteranos espanhóis forçaram-nos a retroceder. Os galeotes, armados com espadas, abandonavam os remos quando havia abordagens e lutavam bravamente contra os turcos. Mesmo assim, a situação estava se tornando mais perigosa: Dom João contava apenas com dois barcos de reserva, sua tropa sofrera muitas baixas e ele próprio fora ferido em um pé. Foi então quando o marquês de Santa Cruz, depois de libertar os venezianos, veio em socorro de Dom João, e este foi capaz de rechaçar os janízaros.

Quando o momento era mais crítico, Ali Paxá, defendendo La Sultana de outro ataque cristão, caiu morto por um tiro de arcabuz espanhol. Eram 4 da tarde. O corpo do generalíssimo dos infiéis foi arrastado aos pés de Dom João; um soldado espanhol cortou sua cabeça, que por ordem de Dom João foi enfiada na ponta de uma lança para todos verem. Um clamor de alegria vitoriosa surgiu da nave capitã. Os turcos estavam derrotados, e o pânico rapidamente apoderou-se de suas hostes desde que o estandarte de Cristo começou a flamejar na Sultana.

As perdas dos infiéis eram enormes: 30.000 mortos, 10.000 prisioneiros, 120 galeras capturadas e 50 afundadas ou incendiadas, tomadas numerosas bandeiras e grande parte da artilharia. 12.000 cristãos escravizados pelos mouros ganharam a liberdade. O resto da esquadra inimiga bateu em retirada, enquanto as trombetas católicas proclamavam aos quatro ventos a vitória da Santa Liga na maior batalha naval registrada pela história. Soube-se mais tarde que, no calor da batalha, os soldados de Maomé viram sobre os principais mastros da esquadra católica uma Senhora que os aterrorizava com seu aspecto majestoso e ameaçador.

4º Notícias da vitória chegam em Roma.

Enquanto isso, em Roma, o Papa jejuava e redobrava suas orações pela vitória, exortando cardeais, monges e fiéis a fazer o mesmo, confiando na eficácia do Santo Rosário. No dia 7 de outubro, enquanto trabalhava com seu tesoureiro Donato Cesi, o Papa de repente deixou seu interlocutor, abriu uma janela e entrou em êxtase; e, voltando-se para o seu tesoureiro, disse: “Ide com Deus. Agora não é hora de negócios, mas de dar graças a Jesus Cristo, pois nossa esquadra acaba de vencer”; e dirigiu-se para a sua capela.

Na noite de 21 a 22 de outubro, o Cardeal Rusticucci despertou o Papa para confirmar a visão que ele tivera. Em um pranto varonil, São Pio V repetiu as palavras do velho Simeão: “Agora, Senhor, já podes deixar o teu servo ir em paz” (Lc 2 29). Na manhã seguinte, a feliz notícia foi proclamada em São Pedro, após uma procissão e um solene Te Deum.

Desde então, o dia 7 de outubro foi consagrado a Nossa Senhora das Vitórias, e mais tarde ao Santo Rosário; e a invocação “Auxílio dos Cristãos” foi adicionada nas Litanias Lauretanas. O senado veneziano, agradecido, fez pintar um quadro retratando a batalha, com a inscrição: “Nem as tropas, nem as armas, nem os comandantes, mas a Virgem Maria do Rosário foi quem nos deu a vitória.” Gênova e outras cidades mandaram pintar a imagem da Virgem do Rosário em suas portas. Em toda parte, na Espanha e na Itália, foram erigidas capelas em homenagem a Nossa Senhora das Vitórias;

A história testemunha que o lento declínio do poder naval dos otomanos começou com a jornada de Lepanto.