São Miguel Arcanjo defendei-nos!
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          A morte espiritual

 

 

"Se um pai ou uma mãe muito ricos tivessem muitos filhos e todos eles viessem a morrer, restando apenas um, esse herdaria todos os bens. Pelo pecado original, todos os filhos de Adão morreram para a graça, e somente Maria, isenta do pecado, herdou as graças de inocência e favores que caberiam aos filhos de Adão, se eles tivessem permanecido em estado de inocência. Deus tornou Maria depositária das suas graças".

Santo Cura D"Ars

E Jesus Cristo recuperou a herança perdida por nós e nos tornou filhos espirituais de Maria e adotivos de Deus com Sua Paixão, Morte de Cruz e Ressurreição...isto é que Amor, vamos combinar!

maria isabel de castro menezes cañete

Jesus Cristo disse "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, quem me segue ainda que morra, viverá" !

Bento XVI Angelus 2011

 

PAPA BENTO XVI

ANGELUS

Praça de São Pedro
Domingo, 10 de Abril de 2011

(Vídeo)

 

Amados irmãos e irmãs!

Faltam só duas semanas para a Páscoa, e todas as Leituras bíblicas deste domingo falam da ressurreição. Não ainda da ressurreição de Jesus, que irromperá como uma novidade absoluta, mas da nossa, aquela pela qual aspiramos e que precisamente Cristo nos doou, ressurgindo dos mortos. Com efeito, a morte representa para nós como que um muro que nos impede de ver além; contudo o nosso coração propende para além deste muro, e mesmo se não podemos conhecer o que ele esconde, contudo pensamo-lo, imaginamo-lo, expressando com símbolos o nosso desejo de eternidade.

Ao povo judaico, no exílio longe da terra de Israel, o profeta Ezequiel anuncia que Deus abrirá os sepulcros dos deportados e fá-los-á voltar à sua terra, para nela repousar em paz (cf. Ez 37, 12-14). Esta aspiração ancestral do homem por ser sepultado juntamente com os seus pais é desejo de uma «pátria» que o acolha no final das canseiras terrenas. Esta concepção ainda não inclui a ideia de uma ressurreição pessoal da morte, que só aparece nos finais do Antigo Testamento, e até na época de Jesus não era aceite por todos os Judeus. De resto, também entre os cristãos, a fé na ressurreição e na vida eterna não raramente é acompanhada por tantas dúvidas, confusões, porque se trata sempre de uma realidade que ultrapassa os limites da nossa razão, e exige um acto de fé. No Evangelho de hoje — a ressurreição de Lázaro — nós ouvimos a voz da fé pronunciada por Marta, a irmã de Lázaro. A Jesus que diz: «O teu irmão ressuscitará», ela responde: «Sei que ressuscitará na ressurreição do último dia» (Jo 11, 23-24). Mas Jesus responde: «Eu sou a ressurreição e a vida: quem crê em Mim, mesmo se morrer, viverá» (Jo 11, 25-26). Eis a verdadeira novidade, que prorrompe e supera qualquer barreira! Cristo abate o muro da morte, n’Ele habita toda a plenitude de Deus, que é vida, vida eterna. Por isso a morte não teve poder sobre Ele; e a ressurreição de Lázaro é sinal do seu domínio pleno sobre a morte física, que diante de Deus é como um sono (cf. Jo 11, 11).

Mas há outra morte, que custou a Cristo a luta mais dura, inclusive o preço da cruz: é a morte espiritual, pelo pecado, que ameaça arruinar a existência do ser humano. Para vencer esta morte Cristo morreu, e a sua Ressurreição não é o regresso à vida precedente, mas a abertura de uma realidade nova, uma «nova terra», finalmente reunida com o Céu de Deus. Por isso são Paulo escreve: «Se o Espírito de Deus, que ressuscitou Jesus dos mortos, habita em vós, aquele que ressuscitou Cristo dos mortos dará a vida também aos vossos corpos mortais por meio do seu Espírito que habita em vós» (Rm 8, 11). Queridos irmãos, dirijamo-nos à Virgem Maria, que já participa desta Ressurreição, para que nos ajude a dizer com fé: «Sim, ó Senhor, eu creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus» (Jo 11, 27), a descobrir verdadeiramente que Ele é a nossa salvação.

 

Como foi reportado esse Ângelus de 10 de abril da 2011, do Papa Bento XVI, em duas versões

Papa adverte contra morte espiritual que ameaça o homem

Nosso coração "olha além - 10 de Abril de 2011 

CIDADE DO VATICANO, domingo, 10 de abril de 2011 (ZENIT.org) - Bento XVI advertiu neste domingo que não existe apenas a morte física, mas também uma "morte espiritual", que corre o risco de acabar com a vida do ser humano. Esta foi a explicação do Pontífice antes de rezar o Ângelus ao meio-dia de hoje, com milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano, sob um céu coberto pelas nuvens, meditando sobre o Evangelho da liturgia deste domingo, o último antes da Semana Santa: a ressurreição de Lázaro.

"A morte - disse o Santo Padre - representa para nós uma espécie de muro que nos impede de ver além; no entanto, nosso coração tenta ver além desse muro e, ainda que não possamos conhecer o que esconde, nós o pensamos, imaginamos, expressando nosso desejo de eternidade."

O ser humano, constatou o Bispo de Roma, anseia por "uma ‘pátria' que o receba no final das suas fadigas". No entanto, ele mesmo reconheceu que a fé na vida eterna não é algo fácil.

"Inclusive entre os cristãos, a fé na ressurreição e na vida eterna é acompanhada por muitas dúvidas, por muita confusão, porque se trata de uma realidade que supera os limites da nossa razão e exige um ato de fé", afirmou.

Mas, com a fé em Cristo, tudo se transforma. "Esta é a verdadeira novidade, que irrompe e supera toda barreira! Cristo derruba o muro da morte; nele se encontra toda a plenitude de Deus, que é vida, vida eterna."

A outra morte

"Mas há outra morte - advertiu -, que custou a Cristo a luta mais dura, inclusive o preço da cruz: trata-se da morte espiritual, do pecado, que corre o risco de arruinar a existência do homem."

"Cristo morreu para vencer esta morte e sua ressurreição não é a volta à vida precedente, mas a abertura a uma nova realidade, a uma "nova terra", finalmente reconciliada com o céu de Deus."

O medo da morte, portanto, é superado na medida em que é possível dizer a Cristo, como Marta, a irmã de Lázaro: "Sim, Senhor, eu creio que tu és o Messias, o Filho de Deus".

Antes de despedir-se dos peregrinos, o Pontífice deu um conselho: diante da proximidade do começo da Semana Santa, "confiemo-nos a Nossa Senhora, que já participa desta ressurreição, para que nos ajude a dizer com fé: ‘Sim, Senhor, eu creio que tu és o Messias, o Filho de Deus', a descobrir que Ele é verdadeiramente a nossa salvação".

(10 de Abril de 2011) © Innovative Media Inc.

 

MESMA NOTÍCIA NUMA VERSÃO EM INGLÊS:

Christ’s resurrection conquered 'wall' of spiritual death, Pope explains

 
Christ’s resurrection conquered 'wall' of spiritual death, Pope explains
 
.- The resurrection of Lazarus showed Christ’s victory over physical death, but Jesus' crucifixion defeated the “spiritual death” of sin, said Pope Benedict XVI at the Sunday Angelus.

Death, the Pope said, is like "a wall" that impedes man from seeing what lies beyond. "Our heart pushes out beyond this wall, and even if we cannot know what it hides, we still think about it, we imagine it, expressing ... our desire for eternity."

Christ, in his resurrection, destroyed this "wall of death," the Pope told those gathered in St. Peter’s Square.
 
Sunday's Gospel reading from St. John recounted Jesus’ words to Martha in the moments before he raised her brother Lazarus from the dead.

Pope Benedict explained that Jesus proposed a complete "novelty" when he proclaimed himself "the resurrection and the life" and said "whoever believes in me, even if he dies, will live."

This new conception of the resurrection "breaks down and goes beyond every barrier."

"Christ destroys the wall of death. In him dwells all the fullness of God, who is life, eternal life," the Pope said.

Christ had thus conquered physical death and Lazarus' resurrection was "a sign of his full dominion over (it)."

The "spiritual death" of sin, however, posed "the toughest fight" for Christ, who paid "the price of the cross" to defeat it.

"To conquer this death, Christ died, and his resurrection is not the return to the former life, but the opening to a new reality, a 'new earth,' finally joined together again with the heaven of God."

The Pope cited the words of St. Paul to the Romans, "If the Spirit of the one who raised Jesus from the dead dwells in you, the one who raised Christ from the dead will give life to your mortal bodies also, through his Spirit dwelling in you."

Each person, said the Pope, aspires to this "personal resurrection" made possible through Christ's death.

Although faith in the resurrection and eternal life may be accompanied by doubt and confusion, even from Christians, "it is always about a reality that goes beyond the limits of our reason, and requires an act of faith," he said.

Pope Benedict concluded his Angelus address with a call for everyone to turn to the Virgin Mary in prayer that she might assist them in discovering salvation in Christ.

 

TRADUÇÃO DA VERSÃO EM INGLÊS (Maria Isabel C.M.Cañete)

A ressurreição de Cristo derrubou o “muro” da morte espiritual, o Papa explica

 Cidade do Vaticano, 10 de abril de 2011 / 11:48 (CNA / EWTN Notícias) .- A ressurreição de Lázaro mostrou a vitória de Cristo sobre a morte física, mas a crucificação de Jesus derrotou a "morte espiritual" do pecado, disse o Papa Bento XVI no domingo Angelus.

Morte, disse o Papa, é como "um muro" que impede o homem de ver o que está além. "Nosso coração busca ver além deste muro, e mesmo se não podemos saber o que ele esconde, nós ainda pensamos sobre isso, nós imaginamos, expressando o nosso desejo de eternidade."

Cristo, na sua ressurreição, destruiu este "muro da morte", o Papa disse aos reunidos na Praça de São Pedro.

O Evangelho de S. João de domingo relatou as palavras de Jesus a Marta momentos antes de levantar seu irmão Lázaro dentre os mortos.

Papa Bento XVI explicou que Jesus propôs uma "novidade" completa quando ele se proclamou "a ressurreição e a vida" e disse que "quem crê em mim, ainda que morra, viverá."

Esta nova concepção da ressurreição "rompe e ultrapassa todas as barreiras."

"Cristo destrói o muro da morte. Em Cristo habita corporalmente toda a plenitude de Deus, que é a vida, a vida eterna", disse o Papa.

Cristo, assim, venceu a morte física e a ressurreição de Lázaro foi "um sinal de seu total domínio sobre a morte".

Porém, a "morte espiritual" por causa do pecado, revela "a luta mais dura" para Cristo, que pagou "o preço da cruz" para derrotá-la.

"Para vencer esta morte, Cristo morreu, e sua ressurreição não é o retorno à vida anterior, mas a abertura de uma nova realidade, uma" nova terra ", finalmente se unida novamente com o céu de Deus."

O Papa citou as palavras de São Paulo aos Romanos: "Se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dos mortos habita em vós, aquele que ressuscitou Cristo dentre os mortos, também dará vida aos vossos corpos mortais, também, por meio de seu Espírito habitando em vocês ".

Cada pessoa, disse o Papa, aspira a esta "ressurreição pessoal" que se tornou possível através da morte de Cristo.

Embora a fé na ressurreição e na vida eterna seja acompanhada de dúvidas e confusão, até mesmo entre os cristãos, “ é sempre sobre uma realidade que vai além dos limites de nossa razão e requer um ato de fé", disse ele.

Papa Bento XVI concluiu o seu discurso do Angelus com uma exortação a que todos se voltem para a Virgem Maria na oração para ajudá-los a descobrir a salvação em Cristo.